{"id":5606,"date":"2016-09-14T00:09:51","date_gmt":"2016-09-14T03:09:51","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=5606"},"modified":"2016-09-13T19:00:44","modified_gmt":"2016-09-13T22:00:44","slug":"ministro-diz-que-orcamento-tem-desequilibrio-e-sugere-contencao-de-gastos-e-afirma-que-apesar-dos-sinais-de-melhora-da-economia-a-situacao-fiscal-do-pais-ainda-e-grave-e-exige-atencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2016\/09\/14\/ministro-diz-que-orcamento-tem-desequilibrio-e-sugere-contencao-de-gastos-e-afirma-que-apesar-dos-sinais-de-melhora-da-economia-a-situacao-fiscal-do-pais-ainda-e-grave-e-exige-atencao\/","title":{"rendered":"Ministro diz que or\u00e7amento tem desequil\u00edbrio e sugere conten\u00e7\u00e3o de gastos e afirma que apesar dos sinais de melhora da economia, a situa\u00e7\u00e3o fiscal do Pa\u00eds ainda \u00e9 grave e exige aten\u00e7\u00e3o."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O or\u00e7amento federal possui um desequil\u00edbrio na \u201caloca\u00e7\u00e3o de recursos\u201d, que privilegia benef\u00edcios previdenci\u00e1rios e comprime os gastos com investimentos p\u00fablicos. A afirma\u00e7\u00e3o foi feita hoje pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em audi\u00eancia p\u00fablica na Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele veio ao Congresso, nesta ter\u00e7a-feira (13), debater com deputados e senadores a proposta or\u00e7ament\u00e1ria de 2017, que tramita na comiss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Oliveira, o Congresso precisa enfrentar a situa\u00e7\u00e3o. Ele citou como exemplo do desequil\u00edbrio o peso das despesas previdenci\u00e1rias no or\u00e7amento federal. Em 2014, os benef\u00edcios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) somaram R$ 392,2 bilh\u00f5es. O or\u00e7amento para 2017 prev\u00ea R$ 562,4 bilh\u00f5es para essa despesa, uma diferen\u00e7a de R$ 170,2 bilh\u00f5es em tr\u00eas anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gleisi Hoffmann: governo de Michel Temer est\u00e1 tratando a Previd\u00eancia Social como a grande vil\u00e3 das contas \u00fablicas; aquilo que d\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o a um grande n\u00famero de pessoas passou a ser a grande vil\u00e3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1 um desequil\u00edbrio em termos de aloca\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento. Nosso or\u00e7amento tem 60% de pagamento de benef\u00edcios e 3% para investimentos. Claramente, me parece uma composi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o \u00e9 a mais adequada para o desenvolvimento do Pa\u00eds\u201d, disse Oliveira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ele, essa situa\u00e7\u00e3o exige a conten\u00e7\u00e3o de gastos e a ado\u00e7\u00e3o \u201cde medidas bastante duras, bastante en\u00e9rgicas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A afirma\u00e7\u00e3o do ministro foi criticada pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Para ela, o governo do presidente Michel Temer est\u00e1 tratando a Previd\u00eancia Social como \u201ca grande vil\u00e3\u201d das contas p\u00fablicas. \u201cAquilo que d\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o a um grande n\u00famero de pessoas, que melhorou a renda das pessoas, passou a ser a grande vil\u00e3\u201d, criticou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Economia<\/strong><br \/>\nDurante o debate com os membros da Comiss\u00e3o de Or\u00e7amento, o ministro do Planejamento afirmou que apesar dos sinais de melhora da economia, a situa\u00e7\u00e3o fiscal do Pa\u00eds ainda \u00e9 grave e exige aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, o crescimento das despesas acima da arrecada\u00e7\u00e3o, nos \u00faltimos anos, elevou a d\u00edvida p\u00fablica federal e esgotou a capacidade do governo de manter o ritmo dos gastos p\u00fablicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 preciso que se tenha clareza que n\u00e3o podemos implementar, nos pr\u00f3ximos 20 anos, a mesma despesa que tivemos nos \u00faltimos 20 anos, sob pena de colocarmos o Pa\u00eds em s\u00e9rie crise fiscal\u201d, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O deputado Assis Carvalho (PT-PI) questionou o ministro sobre o \u201cotimismo\u201d dos par\u00e2metros econ\u00f4micos projetados pelo governo para 2017. Ele citou o caso da massa salarial, que o governo prev\u00ea crescer 7,4% no pr\u00f3ximo ano. Para 2016, o Executivo projeta um n\u00famero bem menor, 2,4%. A massa salarial indica a varia\u00e7\u00e3o da renda do trabalhador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carvalho contestou o aumento do indicador em um per\u00edodo de economia em baixa. \u201cA experi\u00eancia internacional n\u00e3o mostra isso\u201d, disse. O ministro afirmou que as previs\u00f5es do governo apenas seguem as apostas do mercado de crescimento do PIB. \u201cUma retomada de crescimento impacta positivamente a estimativa de massa salarial. Por isso que estamos apostando nisso\u201d, disse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ag\u00eancia C\u00e2mara de Not\u00edcias 14\/09\/2016<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O or\u00e7amento federal possui um desequil\u00edbrio na \u201caloca\u00e7\u00e3o de recursos\u201d, que privilegia benef\u00edcios previdenci\u00e1rios e comprime os gastos com investimentos p\u00fablicos. A afirma\u00e7\u00e3o foi feita hoje pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, em audi\u00eancia p\u00fablica na Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento. 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