{"id":59815,"date":"2021-03-30T04:02:32","date_gmt":"2021-03-30T07:02:32","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=59815"},"modified":"2021-03-30T06:28:20","modified_gmt":"2021-03-30T09:28:20","slug":"na-mira-do-tcu-orcamento-deve-retirar-pedaladas-para-evitar-crime","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2021\/03\/30\/na-mira-do-tcu-orcamento-deve-retirar-pedaladas-para-evitar-crime\/","title":{"rendered":"Na mira do TCU, Or\u00e7amento deve retirar &#8216;pedaladas&#8217; para evitar crime"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<article class=\"n--noticia__header \">\n<h6 class=\"n--noticia__subtitle\">Se o governo executar Or\u00e7amento recheado de manobras cont\u00e1beis, j\u00e1 identificadas por t\u00e9cnicos do pr\u00f3prio governo e do Congresso, Bolsonaro corre o risco de cometer crime de responsabilidade fiscal, pass\u00edvel de impeachment<\/h6>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 main-news\">\n<div id=\"pw-P_1.3664709\" class=\"pw-container\" data-acesso=\"0\" data-coluna=\"\" data-categoria=\"\">\n<div id=\"sw-P_1.3664709\" class=\"pw-container\">\n<div class=\"row n--noticia__body\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-content col-center\">\n<div class=\"box area-select\">\n<div class=\"n--noticia__state \">\n<div class=\"n--noticia__state-desc\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"n--noticia__content content\">\n<p>Pela gravidade do alcance da \u201cpedalada\u201d nas despesas obrigat\u00f3rias na vota\u00e7\u00e3o do&nbsp;Or\u00e7amento&nbsp;de 2021, auditores do&nbsp;Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU)&nbsp;devem tratar do tema na an\u00e1lise das contas do presidente&nbsp;Jair Bolsonaro&nbsp;de 2021.&nbsp;<\/p>\n<p>Se executar um Or\u00e7amento recheado de manobras cont\u00e1beis, j\u00e1 identificadas por t\u00e9cnicos da pr\u00f3pria \u00e1rea or\u00e7ament\u00e1ria do governo e do&nbsp;Congresso, o presidente corre o risco de cometer crime de responsabilidade fiscal, pass\u00edvel de impeachment. O tema causa apreens\u00e3o num momento em que o presidente est\u00e1 sob press\u00e3o do Congresso por causa da condu\u00e7\u00e3o na pandemia e an\u00fancio de trocas nos minist\u00e9rios.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<p>maquiagem or\u00e7ament\u00e1ria j\u00e1 est\u00e1 sob exame dos t\u00e9cnicos do tribunal depois que um grupo de parlamentares apresentou ao TCU ontem requerimento pedindo uma manifesta\u00e7\u00e3o formal sobre o corte de R$ 26,5 bilh\u00f5es em despesas obrigat\u00f3rias, sem respaldo nas proje\u00e7\u00f5es oficiais do Minist\u00e9rio da Economia, para viabilizar aumento recorde das emendas parlamentares.<\/p>\n<p>Com o Or\u00e7amento na mira do TCU, governo e lideran\u00e7as do Congresso buscam uma solu\u00e7\u00e3o para o impasse em meio a acusa\u00e7\u00f5es de trai\u00e7\u00f5es, gan\u00e2ncia por emendas, irresponsabilidade e quebra de acordo na vota\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento, na semana passada. O clima azedou tamb\u00e9m entre&nbsp;Senado&nbsp;e&nbsp;C\u00e2mara.<\/p>\n<p>A press\u00e3o maior \u00e9 sobre o relator do Or\u00e7amento, senador&nbsp;M\u00e1rcio Bittar (MDB-AC), que est\u00e1 sendo cobrado pelo comando da C\u00e2mara a corrigir o \u201cexcesso\u201d de emendas parlamentares, que pela primeira vez superaram a barreira de R$ 50 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo apurou o&nbsp;Estad\u00e3o, tr\u00eas op\u00e7\u00f5es est\u00e3o na mesa: a vota\u00e7\u00e3o de um novo projeto, o ajuste pelo relator ou veto do presidente Jair Bolsonaro. A equipe econ\u00f4mica tem um projeto para acomodar no Or\u00e7amento R$ 16 bilh\u00f5es extras em emendas, que foi o acordo inicial. Em vez disso, Bittar acrescentou quase o dobro, R$ 31,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Como revelou o Estad\u00e3o,&nbsp;Guedes&nbsp;e a articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do governo Bolsonaro aceitaram incluir no Or\u00e7amento mais R$ 16 bilh\u00f5es em troca da aprova\u00e7\u00e3o da PEC do&nbsp;aux\u00edlio emergencial&nbsp;sem retirar o programa&nbsp;Bolsa Fam\u00edlia&nbsp;da regra do teto de gastos, que impede que as despesas cres\u00e7am em ritmo superior \u00e0 infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O volume de emendas parlamentares subiu depois que o relator Bittar ampliou em mais R$ 6 bilh\u00f5es a fatia de emendas que ele pr\u00f3prio escolhe o destino, tendo o apoio do ex-presidente da Casa&nbsp;Davi Alcolumbre (DEM-AP). Outros R$ 8 bilh\u00f5es acomodaram emendas adicionais para o&nbsp;Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Regional, de&nbsp;Rog\u00e9rio Marinho.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">\u2018Inexequ\u00edvel\u2019<\/h3>\n<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, deu o recado que o Or\u00e7amento \u00e9 \u201cinexequ\u00edvel\u201d e que \u00e9 preciso fazer o ajuste correto.<\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara,&nbsp;Arthur Lira (PP-AL), \u00e9 um dos mais irritados com a decis\u00e3o de Bittar de ampliar o espa\u00e7o de emendas de relator, al\u00e9m do que havia sido acordado. Como relator do Or\u00e7amento, Bittar pode cancelar as emendas e \u00e9 esse movimento que est\u00e1 sendo esperado desde a sexta-feira.<\/p>\n<p>Lideran\u00e7as cobram o ajuste do Or\u00e7amento antes que o TCU se pronuncie sobre o problema que aumentou a incerteza sobre as contas p\u00fablicas em 2021.<\/p>\n<p>Um dessas lideran\u00e7as, que participa das negocia\u00e7\u00f5es, disse ao&nbsp;Estad\u00e3o&nbsp;que n\u00e3o tem como o Or\u00e7amento ficar do jeito que est\u00e1 e comparou a quebra do acordo pelo relator \u00e0 entrega de um \u201ccheque de confian\u00e7a em branco, preenchido com o dobro do valor acertado\u201d.<\/p>\n<p>A relatoria do recurso no TCU foi parar nas m\u00e3os do ministro&nbsp;Bruno Dantas, que determinou a apresenta\u00e7\u00e3o de um sum\u00e1rio dos problemas e requisi\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es. \u201cO que a gente espera \u00e9 que o TCU analise com muita agilidade e retome ainda esta semana com parecer t\u00e9cnico, inclusive do risco da pedalada fiscal\u201d, disse o deputado&nbsp;Vinicius Poit (Novo-SP). Lideran\u00e7as reclamam que Guedes n\u00e3o tem sustentado as negocia\u00e7\u00f5es que fez para a aprova\u00e7\u00e3o da PEC do aux\u00edlio emergencial. Tamb\u00e9m h\u00e1 cr\u00edticas no Congresso sobre a forma pouco contundente do ministro para barrar a maquiagem or\u00e7ament\u00e1ria que teve aval de setores do governo.<\/p>\n<p>Na segunda-feira passada, depois que o primeiro parecer do relator foi apresentado, ainda sem o corte de despesas obrigat\u00f3rias, como na&nbsp;Previd\u00eancia&nbsp;e seguro-desemprego, o Minist\u00e9rio da Economia enviou relat\u00f3rio de avalia\u00e7\u00e3o de despesas e receitas mostrando um rombo de R$ 17,5 bilh\u00f5es para o cumprimento do teto de gasto. A esse buraco se soma os R$ 26,5 bilh\u00f5es de corte de despesas obrigat\u00f3rias feitos pelo relator, ampliando para R$ 44 bilh\u00f5es a necessidade de ajuste do Or\u00e7amento.<\/p>\n<h3 class=\"intertitulo\">Caminhos da maquiagem<\/h3>\n<p>Dezembro\/2020<\/p>\n<ul>\n<li>Teto de gastos:&nbsp;Depois de v\u00e1rias tentativas fracassadas de drible no teto de gastos, governo e Congresso n\u00e3o abrem espa\u00e7o or\u00e7ament\u00e1rio para obras e refor\u00e7o no programa Bolsa Fam\u00edlia, mesmo com o fim do aux\u00edlio emergencial. Vota\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento fica para 2021.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Janeiro\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Sal\u00e1rio m\u00ednimo:<\/strong>&nbsp;Infla\u00e7\u00e3o mais alta eleva valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo para R$ 1,1 mil, abrindo um buraco nas previs\u00f5es de despesas do projeto de lei or\u00e7ament\u00e1ria que tinha sido enviado pelo governo em agosto de 2020 (e previa R$ 1.067).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Fevereiro\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Aux\u00edlio emergencial:&nbsp;<\/strong>Novos presidentes da C\u00e2mara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, s\u00e3o eleitos com cobran\u00e7a de um novo aux\u00edlio emergencial. O ministro da Economia, Paulo Guedes, cobra uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com medidas fiscais de controle de gastos como contrapartida. Negocia\u00e7\u00f5es do aux\u00edlio emergencial se alongam e debate do Or\u00e7amento \u00e9 deixado de lado.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Meados de Fevereiro\/2021:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Rombo:<\/strong>&nbsp;T\u00e9cnicos do Minist\u00e9rio da Economia enviam \u00e0 Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento tabela com proje\u00e7\u00f5es que apontam buraco de R$ 17,5 bilh\u00f5es para cumprir o teto de gastos. Mas governo n\u00e3o encaminha formalmente um complemento do projeto de Or\u00e7amento para acomodar as previs\u00f5es de gastos maiores ao Congresso Nacional. Equipe econ\u00f4mica n\u00e3o faz alertas oficiais.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Mar\u00e7o\/2021:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Emendas parlamentares:<\/strong>&nbsp;Para aprovar a PEC do aux\u00edlio com medidas fiscais e sem tirar os recursos do Bolsa Fam\u00edlia do teto de gastos, governo faz acordo para o relator, o senador M\u00e1rcio Bittar, acomodar mais R$ 16 bilh\u00f5es em emendas parlamentares. Nos bastidores, ganha for\u00e7a a ideia de corte de despesas obrigat\u00f3rias da Previd\u00eancia para acomodar as novas emendas.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>22 Mar\u00e7o\/2021:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Sem revis\u00e3o:&nbsp;<\/strong>Relator M\u00e1rcio Bittar apresenta primeiro parecer do Or\u00e7amento ignorando a necessidade de revisar as despesas. Faz aumento comedido de R$ 3 bilh\u00f5es em emendas de relator. No mesmo dia, equipe econ\u00f4mica divulga relat\u00f3rio com cen\u00e1rio que aponta buraco de R$ 17,5 bilh\u00f5es para cumprimento do teto de gastos \u2013 R$ 8,4 bilh\u00f5es s\u00f3 em despesas com benef\u00edcios da Previd\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>23 Mar\u00e7o\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Previd\u00eancia:&nbsp;<\/strong>Tens\u00e3o aumenta nas negocia\u00e7\u00f5es de bastidores e vota\u00e7\u00e3o do Or\u00e7amento \u00e9 amea\u00e7ada. Minist\u00e9rio da Economia avalia que pode reduzir em mais R$ 4 bilh\u00f5es as despesas de Previd\u00eancia e s\u00f3.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>24 Mar\u00e7o\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Turbinada:<\/strong>&nbsp;Negocia\u00e7\u00f5es paralelas do relator turbinam as emendas de relator al\u00e9m dos R$ 16 bilh\u00f5es acordados. Rog\u00e9rio Marinho, ministro do Desenvolvimento Social, fica com mais R$ 8 bilh\u00f5es e relator com ouros R$ 6 bilh\u00f5es.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>25 Mar\u00e7o\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Pedaladas:&nbsp;<\/strong>Relator apresenta na hora da vota\u00e7\u00e3o na Comiss\u00e3o Mista de Or\u00e7amento (CMO) novo parecer cortando R$ 26,5 bilh\u00f5es em despesas obrigat\u00f3rias, maior parte de Previd\u00eancia, seguro-desemprego e subs\u00eddio para agricultura familiar. Relator n\u00e3o faz ajuste nas previs\u00f5es de despesas com base em alerta do Minist\u00e9rio da Economia para fazer artificialmente o aumento das emendas. Emendas sobem para R$ 51,6 bilh\u00f5es com pedaladas nas despesas obrigat\u00f3rias.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>26 Mar\u00e7o\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Carta:&nbsp;<\/strong>Or\u00e7amento com pedaladas sofre cr\u00edticas. Grupo de parlamentares envia carta ao presidente.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>29 Mar\u00e7o\/2021<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Tens\u00e3o:&nbsp;<\/strong>TCU \u00e9 acionado<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo &#8211; @internet 30\/03\/2021<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o governo executar Or\u00e7amento recheado de manobras cont\u00e1beis, j\u00e1 identificadas por t\u00e9cnicos do pr\u00f3prio governo e do Congresso, Bolsonaro corre o risco de cometer crime de responsabilidade fiscal, pass\u00edvel de impeachment &nbsp; Pela gravidade do alcance da \u201cpedalada\u201d nas despesas obrigat\u00f3rias na vota\u00e7\u00e3o do&nbsp;Or\u00e7amento&nbsp;de 2021, auditores do&nbsp;Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU)&nbsp;devem tratar do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":3604,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[135],"tags":[],"class_list":{"0":"post-59815","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-clipping"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/orcamento-1.jpg?fit=800%2C567&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59815","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59815"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59815\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3604"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59815"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59815"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59815"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}