{"id":62468,"date":"2021-07-09T04:25:27","date_gmt":"2021-07-09T07:25:27","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=62468"},"modified":"2021-07-09T05:52:14","modified_gmt":"2021-07-09T08:52:14","slug":"fiocruz-pais-tem-reducao-de-mortes-por-covid-19-pela-1a-vez-no-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2021\/07\/09\/fiocruz-pais-tem-reducao-de-mortes-por-covid-19-pela-1a-vez-no-ano\/","title":{"rendered":"Fiocruz: pa\u00eds tem redu\u00e7\u00e3o de mortes por covid-19 pela 1\u00aa vez no ano"},"content":{"rendered":"<div class=\"col-lg-12 mb-3\">\n<div class=\"row\">Pela primeira vez neste ano, n\u00e3o houve aumento das taxas de incid\u00eancia ou de mortalidade por covid-19 em nenhum estado do pa\u00eds. A informa\u00e7\u00e3o consta na nova edi\u00e7\u00e3o do Boletim do Observat\u00f3rio Covid-19 Fiocruz, publicada nesta quinta-feira (8), que reafirma tend\u00eancia de melhora nas taxas de ocupa\u00e7\u00e3o de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) pela quarta semana consecutiva. A an\u00e1lise compreende o per\u00edodo de 20 de junho a 3 de julho.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xl-7 offset-xl-1 col-lg-8 offset-lg-0 col-md-10 offset-md-1 mb-3\">\n<div class=\"post-item alt-font\">\n<div class=\"post-item-wrap\">\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?w=696&#038;ssl=1\">\u201cAinda n\u00e3o se pode afirmar que essa tend\u00eancia \u00e9 sustentada, isto \u00e9, que vai ser mantida ao longo das pr\u00f3ximas semanas, ou se estamos vivendo um per\u00edodo de flutua\u00e7\u00f5es em torno de um patamar alto de transmiss\u00e3o, que se estabeleceu a partir de mar\u00e7o em todo o pa\u00eds\u201d, alertam os pesquisadores.<\/p>\n<p>Segundo o boletim, mesmo com redu\u00e7\u00e3o expressiva no n\u00famero de casos, as taxas de incid\u00eancia de S\u00edndromes Respirat\u00f3rias Agudas Graves (SRAG) ainda s\u00e3o muito altas em v\u00e1rios estados. Em sua maioria, esses n\u00fameros indicam casos graves de covid-19. Os pesquisadores tamb\u00e9m afirmam que os padr\u00f5es observados nos \u00faltimos meses evidenciam uma redu\u00e7\u00e3o da taxa de mortalidade, par\u00e2metro n\u00e3o acompanhado pela taxa de incid\u00eancia. Esse cen\u00e1rio pode ser resultado do avan\u00e7o da campanha de vacina\u00e7\u00e3o, que atingiu os grupos mais vulner\u00e1veis em um primeiro momento.<\/p>\n<p>De acordo com os pesquisadores da Fiocruz, estes avan\u00e7os v\u00e3o configurando novos cen\u00e1rios. No momento atual, o curso da pandemia segue com mudan\u00e7a gradativa do perfil et\u00e1rio de casos internados e \u00f3bitos.<\/p>\n<p>\u201cO rejuvenescimento, com expressiva concentra\u00e7\u00e3o entre a popula\u00e7\u00e3o adulta jovem, traz novos desafios com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s formas de enfrentamento da pandemia, como os relacionados a garantia da cobertura vacinal no maior estrato populacional do Brasil (30 a 59 anos), e reconhecer situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de vulnerabilidade, requerendo abordagens mais adequadas \u00e0s novas faixas et\u00e1rias, e um aprofundamento das discuss\u00f5es sobre a repercuss\u00e3o da pandemia nestes estratos populacionais\u201d, destacou a Fiocruz.<\/p>\n<h2>Taxa de ocupa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>O boletim demonstra que a maioria dos estados apresentou queda substantiva na taxa de ocupa\u00e7\u00e3o dos leitos de UTI covid-19, com destaque para as mudan\u00e7as nos quadros de Tocantins (90% para 71%) e Sergipe (88% para 56%), que migraram da zona de alerta cr\u00edtico para a zona de alerta intermedi\u00e1rio e para fora da zona de alerta, respectivamente.<\/p>\n<p>Em outros 14 estados, as taxas de ocupa\u00e7\u00e3o de leitos de UTI covid-19 ca\u00edram pelo menos cinco pontos percentuais: Acre (37% para 26%), Par\u00e1 (63% para 55%), Amap\u00e1 (55% para 50%), Piau\u00ed (76% para 69%), Rio Grande do Norte (72% para 57%), Para\u00edba (59% para 49%), Pernambuco (76% para 63%), Alagoas (77% para 66%), Bahia (75% para 70%), Minas Gerais (75% para 70%), Paran\u00e1 (94% para 89%), Santa Catarina (92% para 85%), Mato Grosso do Sul (88% para 74%) e Goi\u00e1s (85% para 74%).<\/p>\n<p>Com queda de quatro pontos percentuais, o Rio de Janeiro saiu da zona de alerta, com a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o caindo de 63% para 59%. No Maranh\u00e3o, a taxa caiu de 79% para 75% e em S\u00e3o Paulo, de 76% para 72%. O Distrito Federal tem mantido o indicador relativamente est\u00e1vel, um pouco acima de 80%.<\/p>\n<p><strong>As informa\u00e7\u00f5es completas do boletim da Fiocruz &gt;&gt;&gt; <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/boletim_covid_2021-semanas_25-26-red_2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">boletim_covid_2021-semanas_25-26-red_2<\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 09\/07\/2021<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela primeira vez neste ano, n\u00e3o houve aumento das taxas de incid\u00eancia ou de mortalidade por covid-19 em nenhum estado do pa\u00eds. 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