{"id":65294,"date":"2021-11-08T04:15:00","date_gmt":"2021-11-08T07:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=65294"},"modified":"2021-11-08T04:21:47","modified_gmt":"2021-11-08T07:21:47","slug":"as-mudancas-climaticas-em-11-graficos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2021\/11\/08\/as-mudancas-climaticas-em-11-graficos\/","title":{"rendered":"As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em 11 gr\u00e1ficos. 5 boas not\u00edcias sobre a luta contra o aquecimento global \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0"},"content":{"rendered":"<p class=\"intro\">Com a COP26 em andamento em Glasgow, a crise do clima \u00e9 destaque no mundo. Confira alguns fatos que explicam as altera\u00e7\u00f5es que o planeta vem sofrendo h\u00e1 d\u00e9cadas.<span dir=\"ltr\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<div class=\"group\">\n<div class=\"longText\">\n<p>L\u00edderes mundiais se encontram at\u00e9 o dia 12 de novembro em Glasgow, na Esc\u00f3cia, para discutir causas e efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Cinco perguntas e 11 gr\u00e1ficos mostram como o planeta se transformou nos \u00faltimos tempos.<\/p>\n<h2>#1 Quais regi\u00f5es emitem mais CO2?<\/h2>\n<p>Governos de todo o mundo t\u00eam se comprometido a tornar suas economias neutras em carbono em um per\u00edodo de dez a 30 anos. Se, por um lado, as emiss\u00f5es est\u00e3o mais est\u00e1veis na Europa e nas Am\u00e9ricas, elas v\u00eam&nbsp;aumentando&nbsp;na \u00c1sia e na \u00c1frica. O gr\u00e1fico a seguir indica o quanto seria necess\u00e1rio mudar na economia para alcan\u00e7ar a neutralidade em carbono.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 CO2 emissions by region PT\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59708756_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 CO2 emissions by region PT\"><\/div>\n<p>As emiss\u00f5es absolutas, no entanto, contam apenas uma parte da hist\u00f3ria. Com um crescimento exponencial da popula\u00e7\u00e3o em muitos pa\u00edses asi\u00e1ticos, o n\u00famero de consumidores tamb\u00e9m tem aumentado.<\/p>\n<p>Se analisadas as emiss\u00f5es per capita de CO2, portanto, o quadro \u00e9 muito diferente. Esse conceito, que faz uma m\u00e9dia entre emiss\u00f5es e n\u00famero de habitantes, coloca em evid\u00eancia pa\u00edses ocidentais como os Estados Unidos e a Austr\u00e1lia, al\u00e9m de R\u00fassia, Ar\u00e1bia Saudita, Om\u00e3, Catar e Mong\u00f3lia.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 CO2 emissions per capita PT\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59708776_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 CO2 emissions per capita PT\"><\/div>\n<p>Em um debate a respeito de quem deve contribuir mais para a redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, especialistas argumentam que nem todos os pa\u00edses podem ser considerados igualmente respons\u00e1veis, j\u00e1 que o poder econ\u00f4mico e a riqueza deveriam ser levados em conta.<\/p>\n<p>Se as na\u00e7\u00f5es forem agrupadas por renda (veja abaixo), h\u00e1 uma conex\u00e3o entre n\u00edveis salariais mais altos e emiss\u00f5es per capita mais elevadas. Isso tamb\u00e9m revela como os pa\u00edses dentro de cada grupo s\u00e3o variados e&nbsp;que, quanto maior a renda, maior \u00e9 o destaque entre todo o espectro de emiss\u00f5es.<\/p>\n<p>Pa\u00edses com altos sal\u00e1rios e grandes taxas de emiss\u00f5es de gases, como o Catar, emitem muito mais CO2 per capita do que pa\u00edses como Alemanha e Fran\u00e7a, mesmo que estejam no mesmo n\u00edvel de renda salarial.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 CO2 Emissions Income Group PT\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59708796_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 CO2 Emissions Income Group PT\"><\/div>\n<p>E embora pa\u00edses como \u00cdndia e China n\u00e3o figurem entre os l\u00edderes de emiss\u00f5es per capita, suas pol\u00edticas t\u00eam um grande impacto, dado suas altas densidades populacionais.<\/p>\n<h2>#2 Quais s\u00e3o as principais fontes de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa?<\/h2>\n<p>Se analisada a correla\u00e7\u00e3o entre o potencial econ\u00f4mico e as emiss\u00f5es de CO2, n\u00e3o surpreende que o setor industrial seja respons\u00e1vel pela maior fatia (35%) dos gases de efeito estufa \u2013 incluindo metano e \u00f3xido nitroso \u2013 liberados na atmosfera.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 Greenhouse gas emissions by sector PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711208_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 Greenhouse gas emissions by sector PT \"><\/div>\n<p>Com 20%, a agricultura, o desmatamento e as mudan\u00e7as no solo respondem conjuntamente pelo segundo lugar na emiss\u00e3o de gases de efeito estufa.&nbsp;<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, o montante anual de \u00e1reas verdes devastadas cresceu gradualmente. R\u00fassia, Brasil e Estados Unidos lideraram esse quesito em 2020.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 annual deforestation PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711129_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 annual deforestation PT \"><\/div>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 d\u00e9cada entre 1990 e 2000, no entanto, a taxa de desmatamento diminuiu.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 deforestation by decade PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711153_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 deforestation by decade PT \"><\/div>\n<p>O desmatamento \u00e9 problem\u00e1tico n\u00e3o apenas porque o CO2 que antes era armazenado no solo e nas \u00e1rvores agora \u00e9 liberado na atmosfera, mas tamb\u00e9m porque florestas e solos absorvem o CO2. E, por isso, s\u00e3o importantes na luta contra a mudan\u00e7a clim\u00e1tica.<\/p>\n<h2>#3 Como as emiss\u00f5es de CO2 se desenvolveram nos \u00faltimos s\u00e9culos?<\/h2>\n<p>As emiss\u00f5es de CO2 provenientes da queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis t\u00eam aumentado desde o in\u00edcio da industrializa\u00e7\u00e3o. Entretanto, como n\u00edveis mais altos de di\u00f3xido de carbono foram produzidos, a Terra absorveu esses gases em &#8220;reservat\u00f3rios naturais de carbono&#8221;, a exemplo de florestas e oceanos.<\/p>\n<p>Uma vez que a humanidade come\u00e7ou a produzir mais CO2 e outros gases de efeito estufa do que o ecossistema da Terra poderia absorver, mais dessas emiss\u00f5es ficaram retidas na atmosfera (\u00e1rea vermelha no gr\u00e1fico abaixo)<em><strong>.<\/strong><\/em><\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 PT\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59722968_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 PT\"><\/div>\n<h2>#4 Quanto o mundo j\u00e1 aqueceu?<\/h2>\n<p>O crescente volume de part\u00edculas de CO2 ret\u00e9m o calor da luz solar na atmosfera, agindo como uma estufa, na qual se aquece cada vez mais. Em compara\u00e7\u00e3o com o s\u00e9culo 20 \u2013 e os \u00faltimos cinco anos em particular \u2013 a temperatura m\u00e9dia global aumentou em quase 1 \u00b0C.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 temperature rise PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711248_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 temperature rise PT \"><\/div>\n<p>A mudan\u00e7a na temperatura \u00e9 medida por meio dos n\u00fameros observados e registrados em um tempo e local espec\u00edficos e a m\u00e9dia hist\u00f3rica desse mesmo local. O aumento de 1 \u00b0C na temperatura \u00e9 a m\u00e9dia global dessas varia\u00e7\u00f5es. Em n\u00edvel local, a diferen\u00e7a pode ser muito maior.<\/p>\n<p>Um exemplo mais concreto: de 1991 a 2020, a temperatura m\u00e9dia de agosto na cidade de Portland, no noroeste dos Estados Unidos, foi de cerca de 20 \u00b0C. Com o aquecimento global, Portland tem dias mais quentes. Em 13 de agosto, por exemplo, a m\u00e9dia di\u00e1ria atingiu 30 \u00b0C, considerada muito alta para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Na mesma semana, temperaturas incomuns tamb\u00e9m foram registradas em pa\u00edses como Espanha, Tun\u00edsia, R\u00fassia, \u00cdndia, Camboja, Austr\u00e1lia e Argentina.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 unusual heat PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711109_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 unusual heat PT \"><\/div>\n<p>Os aumentos de temperatura levam a efeitos potencialmente abrangentes: desde \u00e1reas de calor insuport\u00e1vel a perdas de colheitas, at\u00e9 eventos como tempestades e enchentes. Entre os impactos mais percept\u00edveis est\u00e1 a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar, resultante do derretimento de geleiras que aumentam a quantidade total de \u00e1gua nos oceanos.<\/p>\n<h2>#5 Afinal, quanto o n\u00edvel dos oceanos j\u00e1 subiu?<\/h2>\n<p>Conforme dados compilados pela Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica (NOAA), ag\u00eancia de pesquisa clim\u00e1tica do governo dos Estados Unidos, o n\u00edvel dos oceanos subiu em torno de 25 cent\u00edmetros nos \u00faltimos 140 anos. Cerca de um ter\u00e7o desse aumento ocorreu apenas nos \u00faltimos 15 anos.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 sea level rise PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711088_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 sea level rise PT \"><\/div>\n<p>O aumento no n\u00edvel dos oceanos tem ocorrido em todo o mundo, mas \u00e9 mais acentuado no \u00c1rtico, que est\u00e1 aquecendo mais rapidamente do que outras regi\u00f5es.<\/p>\n<p>A propriedade t\u00e9rmica da \u00e1gua, que permite sua expans\u00e3o quando mais quente, tamb\u00e9m est\u00e1 contribuindo para a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar.<\/p>\n<div class=\"picBox full rechts \"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Data visualization COP26 sea ice receding PT \" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59711180_7.png?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Data visualization COP26 sea ice receding PT \"><\/div>\n<p>Como de costume, h\u00e1 uma ressalva para os n\u00fameros absolutos. Enquanto a maioria dos oceanos e mares est\u00e3o em seus mais altos n\u00edveis hist\u00f3ricos, algumas \u00e1reas s\u00e3o mais afetadas do que outras.<\/p>\n<p>No oeste do Canad\u00e1 e no norte do Chile, observa-se uma maior estabilidade ou mesmo um retrocesso (queda no n\u00edvel da mar\u00e9). J\u00e1 pa\u00edses insulares no sul dos oceanos Pac\u00edfico e \u00cdndico testemunham aumentos alarmantes, o que pode lev\u00e1-los a desaparecer sob as ondas.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Deutsche Welle -@dispon\u00edvel na internet 08\/11\/2021<\/strong><\/p>\n<hr>\n<h4 class=\"bbc-1lsgtu3 e1yj3cbb0\" tabindex=\"-1\"><strong>Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas: 5 boas not\u00edcias sobre a luta contra o aquecimento global &gt;&gt;&gt;&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-59077592\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.bbc.com\/portuguese\/geral-59077592<\/a><\/span><\/strong><\/h4>\n<h4><strong>&#8220;Precisamos de uma COP s\u00f3 para os oceanos&#8221;, diz cientista &gt;&gt;&gt;&nbsp; <\/strong><strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.dw.com\/pt-br\/precisamos-de-uma-cop-s%C3%B3-para-os-oceanos-diz-cientista\/a-59737602\">www.dw.com\/pt-br\/precisamos-de-uma-cop-s%C3%B3-para-os-oceanos-diz-cientista\/a-59737602<\/a><\/span><\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a COP26 em andamento em Glasgow, a crise do clima \u00e9 destaque no mundo. 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