{"id":68213,"date":"2022-02-18T04:30:46","date_gmt":"2022-02-18T07:30:46","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=68213"},"modified":"2022-02-18T04:53:26","modified_gmt":"2022-02-18T07:53:26","slug":"a-danca-da-influencia-russa-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2022\/02\/18\/a-danca-da-influencia-russa-na-america-latina\/","title":{"rendered":"A dan\u00e7a da influ\u00eancia russa na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<header class=\"sc-jLiVlK jgDXBK\">\n<p class=\"sc-crrsfI iDhzRL sc-cKZHah iYAzYL teaser-text\">Bolsonaro foi a Moscou duas semanas ap\u00f3s o presidente argentino oferecer seu pa\u00eds como &#8220;porta de entrada&#8221; para R\u00fassia na regi\u00e3o. L\u00edderes da Venezuela e Col\u00f4mbia tamb\u00e9m tentam usar crise da Ucr\u00e2nia na pol\u00edtica interna.<\/p>\n<\/header>\n<div class=\"sc-crrsfI iDhzRL sc-kKXzAB eriaAN rich-text\">\n<p>A visita do presidente brasileiro&nbsp;Jair Bolsonaro a Moscou&nbsp;nesta quarta-feira (16\/02)&nbsp;\u2013&nbsp;em meio \u00e0&nbsp;maior&nbsp;mobiliza\u00e7\u00e3o militar&nbsp;na Europa desde a Guerra Fria e ao receio de uma poss\u00edvel invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia pelas tropas russas \u2013 deixou&nbsp;ressabiadas as pot\u00eancias ocidentais.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de fevereiro, o presidente argentino, Alberto Fern\u00e1ndez, j\u00e1 havia manifestado, de forma enf\u00e1tica, o desejo de que a R\u00fassia tivesse um papel mais forte na regi\u00e3o: &#8220;Queremos ver como a Argentina poderia se tornar uma porta de entrada para a Am\u00e9rica Latina, de modo que a R\u00fassia possa ganhar uma posi\u00e7\u00e3o mais importante na Am\u00e9rica Latina&#8221;, disse o argentino durante uma reuni\u00e3o com Putin em Moscou.<\/p>\n<p>Pouco antes, a R\u00fassia parecia estar disposta a corresponder esse desejo, em termos militares. Em resposta ao que Moscou v\u00ea como um desrespeito aos interesses de seguran\u00e7a russos na Europa, a R\u00fassia estaria cogitando aumentar sua presen\u00e7a militar em Cuba e na Venezuela. &#8220;N\u00e3o quero confirmar nem descartar nada&#8221;, disse em meados de janeiro o vice-ministro russo do&nbsp;Exterior, Sergei Ryabkov.<\/p>\n<figure id=\"attachment_68214\" aria-describedby=\"caption-attachment-68214\" style=\"width: 1170px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-68214 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=696%2C416\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=696%2C416&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=1068%2C639&amp;ssl=1 1068w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/51885778220_9d4e0cbfbc_o1.jpg?resize=702%2C420&amp;ssl=1 702w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-68214\" class=\"wp-caption-text\">(Moscou &#8211; R\u00fassia, 16\/02\/2022) Presidente da Rep\u00fablica, Jair Bolsonaro durante reuni\u00e3o com o Presidente da Federa\u00e7\u00e3o Russa, Vladmir Putin.<br \/>Foto: Oficial Kremlin\/PR<\/figcaption><\/figure>\n<h4><strong>Amea\u00e7a de nova crise dos m\u00edsseis?<\/strong><\/h4>\n<p>No Ocidente, tais palavras evocam a mem\u00f3ria da&nbsp;crise dos m\u00edsseis em Cuba, em 1962. Na&nbsp;\u00e9poca, a instala\u00e7\u00e3o de m\u00edsseis russos em Cuba levou o mundo \u00e0 beira da guerra nuclear. Ao final, chegou-se a um acordo. Os navios russos com m\u00edsseis a bordo deram meia-volta, e os Estados Unidos retiraram da Turquia os m\u00edsseis de m\u00e9dio alcance que poderiam alcan\u00e7ar Moscou. A R\u00fassia busca um acordo semelhante na crise da Ucr\u00e2nia? &nbsp;<\/p>\n<p>G\u00fcnther Maihold, especialista em Am\u00e9rica Latina da Instituto Alem\u00e3o de Assuntos Internacionais e de Seguran\u00e7a (SWP), em Berlim, \u00e9 bastante c\u00e9tico em entrevista \u00e0 DW: &#8220;Criar uma nova crise dos m\u00edsseis cubana tem pouco potencial de inova\u00e7\u00e3o. Seria apenas uma c\u00f3pia ruim.&#8221; Ele avalia que segue baixa a chance de a R\u00fassia realmente aumentar sua presen\u00e7a militar na Am\u00e9rica Latina, por exemplo com m\u00edsseis ou bombardeiros de longo alcance.<\/p>\n<p>Cuba e Venezuela s\u00e3o hoje pa\u00edses muito fracos e sem peso na regi\u00e3o para isso, afirma:&nbsp;&#8220;No campo do discurso, por\u00e9m, a constru\u00e7\u00e3o de um cen\u00e1rio de amea\u00e7a por parte da R\u00fassia certamente funciona.&#8221;<\/p>\n<figure class=\"placeholder-image master_landscape big\">\n<div class=\"render-container\">\n<div class=\"sc-jXktwP hdiogm sc-eFubAy cyAEbZ lazy-load-container\">\n<div class=\"mceTemp\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<h4><strong>Provoca\u00e7\u00f5es fazem parte do jogo diplom\u00e1tico<\/strong> &nbsp;<\/h4>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 a primeira vez que a R\u00fassia sugere aumentar seu envolvimento militar na Am\u00e9rica Latina. Em 2008, a R\u00fassia amea\u00e7ou estacionar bombardeiros nucleares Tu-160 de longo alcance em Cuba e na Venezuela, em rea\u00e7\u00e3o a planos do Ocidente de instalar um sistema de defesa antim\u00edssil na Pol\u00f4nia e na Rep\u00fablica Tcheca.<\/p>\n<p>Em 2014, a m\u00eddia russa informou sobre a poss\u00edvel reativa\u00e7\u00e3o da antiga base sovi\u00e9tica Lourdes, perto de Havana. A esta\u00e7\u00e3o de escuta segue desativada at\u00e9 hoje, mas aparentemente serve \u00e0 R\u00fassia vez ou outra como uma amea\u00e7a para advertir os EUA para que n\u00e3o ultrapasse certos limites na Europa.<\/p>\n<h4><strong>Venezuela e Col\u00f4mbia exploram o conflito<\/strong><\/h4>\n<p>Al\u00e9m das amea\u00e7as simb\u00f3licas de Moscou, os pa\u00edses latino-americanos e os atores regionais t\u00eam seus pr\u00f3prios interesses e est\u00e3o tentando se beneficiar da crise da Ucr\u00e2nia. Por exemplo, o governo de Nicol\u00e1s Maduro, na Venezuela.<\/p>\n<p>&#8220;Maduro tem interesse em colocar seus problemas em cima desse confronto, a fim de&nbsp;parecer interessante para a R\u00fassia e possivelmente ganhar vantagens&#8221;, explica&nbsp;Maihold. Uma dessas vantagens seria, por exemplo, encontrar outro pretexto para finalmente enterrar as&nbsp;rodadas de di\u00e1logo&nbsp;com a oposi\u00e7\u00e3o venezuelana. &nbsp;<\/p>\n<figure class=\"placeholder-image master_landscape big\">\n<div class=\"render-container\">\n<div class=\"sc-jXktwP hdiogm sc-eFubAy cyAEbZ lazy-load-container\">\n<figure style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"hq-img loaded\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/59530598_906.jpg?resize=696%2C391&#038;ssl=1\" alt=\"Nicol\u00e1s Maduro fala em evento da ONU\" width=\"696\" height=\"391\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Presidente venezuelano Nicol\u00e1s Maduro busca proximidade \u00e0 R\u00fassiaFoto: picture alliance\/dpa\/Prensa Miraflores<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p>A vizinha Col\u00f4mbia, o \u00fanico &#8220;parceiro global&#8221; da Otan na Am\u00e9rica Latina, aparentemente tamb\u00e9m descobriu a possibilidade de fazer da crise da Ucr\u00e2nia um capital pol\u00edtico. Em sua atual viagem \u00e0 Europa, o presidente Iv\u00e1n Duque n\u00e3o perdeu a oportunidade de apontar o perigo que a R\u00fassia representaria na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Na segunda semana de fevereiro, o ministro do&nbsp;Exterior&nbsp;colombiano, Diego Molina, mencionou a presen\u00e7a de militares russos na Venezuela, na regi\u00e3o fronteiri\u00e7a com a Col\u00f4mbia, e falou de &#8220;interfer\u00eancia estrangeira&#8221;. Perigo real ou manobra de pol\u00edtico interna?<\/p>\n<p>A Col\u00f4mbia realizar\u00e1 elei\u00e7\u00f5es parlamentares em mar\u00e7o e&nbsp;presidenciais no fim de maio, nas quais&nbsp;um candidato de&nbsp;esquerda \u00e9 considerado o mais prov\u00e1vel sucessor do direitista Duque. &nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Iv\u00e1n Duque mencionou a presen\u00e7a russa como uma amea\u00e7a \u00e0 Col\u00f4mbia por raz\u00f5es pol\u00edticas dom\u00e9sticas&#8221;, afirma Maihold. &#8220;Foi uma manobra para associar um determinado candidato da campanha eleitoral a&nbsp;uma amea\u00e7a comunista fict\u00edcia.&#8221;<\/p>\n<h4><strong>Abstin\u00eancia autoimposta&nbsp;do M\u00e9xico<\/strong><\/h4>\n<p>Segundo Maihold, o fato de atores regionais da &#8220;segunda e terceira fila&#8221; estarem tentando aparecer&nbsp;no cen\u00e1rio mundial tamb\u00e9m se deve ao fato de a Am\u00e9rica Latina ter perdido muito espa\u00e7o na pol\u00edtica internacional. Os pesos-pesados regionais M\u00e9xico e Brasil praticamente n\u00e3o desempenham nenhum papel no palco mundial, no momento.<\/p>\n<p>No M\u00e9xico, por exemplo, o presidente Andr\u00e9s Manuel L\u00f3pez Obrador, que comanda a segunda economia mais importante da Am\u00e9rica Latina, fez da n\u00e3o-interfer\u00eancia um princ\u00edpio. O perfil da pol\u00edtica externa mexicana perdeu tanta for\u00e7a, que dificilmente se pode&nbsp;esperar alguma influ\u00eancia no cen\u00e1rio internacional. &nbsp;<\/p>\n<figure class=\"placeholder-image master_landscape big\">\n<div class=\"render-container\">\n<div class=\"sc-jXktwP hdiogm sc-eFubAy cyAEbZ lazy-load-container\">\n<figure style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"hq-img loaded\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/60521914_906.jpg?resize=696%2C391&#038;ssl=1\" alt=\"L\u00f3pez Obrado\" width=\"696\" height=\"391\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Governo de L\u00f3pez Obrador negociou 24 milh\u00f5es de doses da vacina russa Sputnik V para o M\u00e9xicoFoto: Luis Barron\/Eyepix\/NurPhoto\/picture alliance<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p>Contudo, no in\u00edcio de 2021, L\u00f3pez Obrador convidou Putin para ir ao M\u00e9xico. Na ocasi\u00e3o, ambos discutiram ao telefone a entrega de 24 milh\u00f5es de doses da vacina russa Sputnik V. A diplomacia da vacina na Am\u00e9rica Latina poderia valer muito mais a pena e ser mais sustent\u00e1vel para a R\u00fassia do que o custoso e politicamente arriscado envio de aeronaves e m\u00edsseis.<\/p>\n<h4><strong>Argentina busca sa\u00edda para sua crise&nbsp;<\/strong><\/h4>\n<figure style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"hq-img loaded\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/static.dw.com\/image\/60646638_906.jpg?resize=696%2C391&#038;ssl=1\" alt=\"Alberto Fernandez cumprimenta Vladimir Putin em Moscou\" width=\"696\" height=\"391\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Presidente argentino Alberto Fern\u00e1ndez fez declara\u00e7\u00f5es enf\u00e1ticas a Putin em Moscou no in\u00edcio de fevereiroFoto: Sergei Karpukhin\/TASS\/dpa\/picture alliance<\/figcaption><\/figure>\n<p>Alberto Fern\u00e1ndez&nbsp;tamb\u00e9m tinha a vacina russa em mente.&nbsp;Era poss\u00edvel quase adivinhar isso ao v\u00ea-lo elogiando efusivamente o pa\u00eds, durante sua visita a Moscou:&nbsp;&#8220;Estamos muito gratos por o senhor ter estado&nbsp;presente quando ningu\u00e9m mais quis nos dar vacinas&#8221;, disse&nbsp;o presidente da Argentina a&nbsp;Putin.<\/p>\n<p>&#8220;A maneira como Fern\u00e1ndez declarou seu pa\u00eds uma porta de entrada para a R\u00fassia na Am\u00e9rica Latina me surpreendeu&#8221;, disse Maihold. Mas o mandat\u00e1rio tamb\u00e9m est\u00e1 buscando seus pr\u00f3prios interesses, ao se aproximar da R\u00fassia: seu pa\u00eds est\u00e1 muito endividado com o Fundo Monet\u00e1rio Internacional e busca maneiras de se livrar dessa depend\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar da atual aten\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades da R\u00fassia na Am\u00e9rica Latina, em conex\u00e3o com a crise na Ucr\u00e2nia, a presen\u00e7a de Moscou na regi\u00e3o n\u00e3o \u00e9, de qualquer forma,&nbsp;concorr\u00eancia para a China, assegura G\u00fcnther Maihold. De maneira silenciosa, h\u00e1 longo tempo o&nbsp;gigante asi\u00e1tico j\u00e1&nbsp;ganhou influ\u00eancia muito maior.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Gabriel Gonz\u00e1lez Zorrilla\/Deutsche Welle &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 18\/02\/2022<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bolsonaro foi a Moscou duas semanas ap\u00f3s o presidente argentino oferecer seu pa\u00eds como &#8220;porta de entrada&#8221; para R\u00fassia na regi\u00e3o. L\u00edderes da Venezuela e Col\u00f4mbia tamb\u00e9m tentam usar crise da Ucr\u00e2nia na pol\u00edtica interna. 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