{"id":68347,"date":"2022-02-23T19:30:04","date_gmt":"2022-02-23T22:30:04","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=68347"},"modified":"2022-02-23T19:43:05","modified_gmt":"2022-02-23T22:43:05","slug":"stj-pode-restringir-lista-de-tratamentos-cobertos-pelos-planos-de-saude-entenda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2022\/02\/23\/stj-pode-restringir-lista-de-tratamentos-cobertos-pelos-planos-de-saude-entenda\/","title":{"rendered":"STJ adia julgamento que pode mudar na cobertura dos planos de sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<article class=\"n--noticia__header \">\n<div class=\"title\">\n<div class=\"content-title\">\n<div class=\"wrapper\">\n<div class=\"materia-title\">\n<h4><strong>STJ adia julgamento que pode mudar na cobertura dos planos de sa\u00fade<\/strong><\/h4>\n<p>Processo est\u00e1 empatado e ainda n\u00e3o tem data para ser retomado. A\u00e7\u00e3o discute sobre os limites de uma lista de tratamentos que devem ser bancados pelos planos de sa\u00fade<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-materia\">\n<div class=\"wrapper\">\n<section class=\"body-content-cb\">\n<article class=\"article\">\n<p class=\"texto\">O julgamento sobre a&nbsp;cobertura dos planos de sa\u00fade para procedimentos listados pela Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS)&nbsp;foi suspenso, mais uma vez, na tarde desta quarta-feira (23\/2). A aprecia\u00e7\u00e3o do caso terminou empatada e foi adiada ap\u00f3s pedido de vistas (mais tempo para analisar o tema) do ministro Ricardo Villas B\u00f4as Cueva. Ainda n\u00e3o h\u00e1 data para ser retomada.<\/p>\n<div id=\"cb-publicidade-retangulo-interna\" class=\"pub-ret\" data-google-query-id=\"CKXOlaHxlvYCFSUFuQYdnPUFog\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/6887\/portal-correioweb\/correiobraziliense-com-br\/brasil-politica\/capa_5__container__\">Na a\u00e7\u00e3o, os ministros devem decidir se a cobertura dos planos deve ser exemplificativa ou taxativa, ou seja, se as operadoras podem ou n\u00e3o ser obrigadas a cobrir procedimentos n\u00e3o inclu\u00eddos na lista da ANS, conhecida como rol.<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"texto\">At\u00e9 o momento, h\u00e1 um voto a favor do rol taxativo, limitado, e um voto a favor do rol exemplificativo, mais favor\u00e1vel aos benefici\u00e1rios dos planos de sa\u00fade. A ministra Nancy Andrighi discordou da posi\u00e7\u00e3o do relator, ministro Lu\u00eds Felipe Salom\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"texto\">Ap\u00f3s o voto da magistrada, Salom\u00e3o ressaltou que \u201ca diferen\u00e7a na perspectiva da ministra Nancy da minha, \u00e9 de que eu digo que o rol n\u00e3o existe por acaso, ele n\u00e3o est\u00e1 ali para nada, est\u00e1 ali para servir como seguran\u00e7a jur\u00eddica, para ter um farol, mas h\u00e1 exce\u00e7\u00f5es. A vis\u00e3o de sua excel\u00eancia \u00e9 de que qualquer que seja a situa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 exce\u00e7\u00f5es. Aqui estou dizendo, o rol existe, e a cobertura \u00e9 o que est\u00e1 nele\u201d, declarou, contrariando Andrighi.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Divis\u00e3o no Judici\u00e1rio&nbsp; &nbsp;<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">No Judici\u00e1rio,&nbsp;a quest\u00e3o \u00e9 dividida. A maior parte da Justi\u00e7a considera a lista de procedimentos como refer\u00eancia m\u00ednima ou exemplificativa, e em geral concede a obrigatoriedade de cobertura para al\u00e9m do rol.<\/p>\n<p class=\"texto\">Mas, no STJ, h\u00e1 diverg\u00eancia entre os colegiados. A 3\u00aa turma tem decis\u00f5es no sentido de que a lista seria meramente exemplificativa; a 4\u00aa turma adotou, em 2019, a interpreta\u00e7\u00e3o de que o rol n\u00e3o \u00e9 meramente exemplificativo, tratando-se de m\u00ednimo obrigat\u00f3rio para as operadoras. O caso foi, ent\u00e3o, \u00e0 2\u00aa turma, para uniformiza\u00e7\u00e3o sobre o tema. A decis\u00e3o servir\u00e1 como precedente \u00e0s inst\u00e2ncias inferiores.<\/p>\n<p><strong>Credito: Luana Patriolino\/ Correio Braziliense &#8211; @dispon\u00edvel na internet 23\/02\/2022<\/strong><\/p>\n<hr>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<h4 class=\"n--noticia__subtitle\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>STJ pode restringir lista de tratamentos cobertos pelos planos de sa\u00fade; entenda<\/strong><\/span><\/h4>\n<h5 class=\"n--noticia__subtitle\"><span style=\"color: #222222; font-family: Verdana, BlinkMacSystemFont, -apple-system, 'Segoe UI', Roboto, Oxygen, Ubuntu, Cantarell, 'Open Sans', 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 15px;\">O Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) julga nesta quarta-feira, 23, recursos que podem restringir a cobertura de planos de sa\u00fade. Grupos de m\u00e3es de crian\u00e7as com defici\u00eancia, entre outros grupos de pacientes, temem a interrup\u00e7\u00e3o de tratamentos caros concedidos por via judicial e planejam um protesto na sede da Corte em Bras\u00edlia. J\u00e1 as operadoras dos planos reivindicam seguran\u00e7a jur\u00eddica para viabilizar financeiramente a manuten\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o.&nbsp;<\/span><\/h5>\n<\/article>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 main-news\">\n<div id=\"pw-P_1.3987228\" class=\"pw-container\" data-acesso=\"0\" data-coluna=\"\" data-categoria=\"\">\n<div id=\"sw-P_1.3987228\" class=\"pw-container\">\n<div class=\"row n--noticia__body\">\n<section class=\"col-xs-12 col-sm-offset-1 col-sm-11\">\n<div class=\"row\">\n<section class=\"col-xs-12 col-content col-center\">\n<div class=\"box open\">\n<div id=\"n--noticia__content\" class=\"n--noticia__content content already-sliced already-checked\">\n<p>O julgamento desta quarta-feira pode definir se a lista de tratamentos e rem\u00e9dios coberta pelos planos, que \u00e9 estabelecida pela Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS), \u00e9 exemplificativa ou taxativa. O rol de procedimentos estabelece a cobertura assistencial obrigat\u00f3ria a ser fornecida pelos planos. Consumidores reclamam que essa lista n\u00e3o \u00e9 suficiente, e que muitos tratamentos necess\u00e1rios acabam n\u00e3o sendo contemplados.&nbsp;<\/p>\n<h4 class=\"intertitulo\"><strong>Entenda a diferen\u00e7a entre a interpreta\u00e7\u00e3o exemplificativa e a interpreta\u00e7\u00e3o taxativa<\/strong><\/h4>\n<ul>\n<li>Na&nbsp;<strong>interpreta\u00e7\u00e3o exemplificativa<\/strong>, a lista de procedimentos cobertos pelos planos cont\u00e9m alguns itens, mas as operadoras tamb\u00e9m devem atender outros que tenham as mesmas finalidades, se houver justificativa cl\u00ednica do m\u00e9dico respons\u00e1vel. Isso tem feito com que fam\u00edlias recorram \u00e0 Justi\u00e7a para que o direito \u00e0 cobertura pelo plano seja garantido.<\/li>\n<li>No caso da&nbsp;<strong>interpreta\u00e7\u00e3o taxativa<\/strong>, os itens descritos no rol seriam os \u00fanicos que poderiam ser exigidos aos planos. Com isso, o pedido para tratamentos equivalentes poderia ser negado, sem chance de reconhecimento pela via judicial.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n<p>A indefini\u00e7\u00e3o apresentada pelo STJ entre as diferentes interpreta\u00e7\u00f5es motivou a abertura dos embargos de diverg\u00eancia que ser\u00e3o julgados na quarta-feira. Esses recursos t\u00eam como objetivo uniformizar a jurisprud\u00eancia interna do Tribunal.&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, a caracter\u00edstica taxativa ou exemplificativa do rol da ANS dever\u00e1 ser definida pela Corte, gerando uma jurisprud\u00eancia s\u00f3lida que deve afetar todas as pr\u00f3ximas decis\u00f5es sobre o tema, inclusive as que j\u00e1 emitiram liminares para obrigar os planos a estenderem sua cobertura.<\/p>\n<p>Contatado pelo&nbsp;Estad\u00e3o, o ministro do STJ, Luis Felipe Salom\u00e3o, relator do caso em julgamento na quarta, disse que, por lei, n\u00e3o pode se pronunciar sobre o tema. Em julgamento da 4\u00aa turma do STJ, em 2019, ele votou a favor da taxatividade do rol, argumentando que consider\u00e1-lo exemplificativo restringiria a livre concorr\u00eancia das operadoras de planos de sa\u00fade e dificultaria \u201co acesso \u00e0 sa\u00fade suplementar \u00e0s camadas mais necessitadas e vulner\u00e1veis da popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><iframe width=\"1\" height=\"1\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe>No entanto, ele sinalizou que podem haver excepcionalidades, como no caso de medicamentos relacionados ao tratamento do c\u00e2ncer ou medicamentos administrados durante interna\u00e7\u00e3o hospitalar. No voto, declarou que podem existir situa\u00e7\u00f5es pontuais em que o Ju\u00edzo determine o fornecimento de certa cobertura que constate ser efetivamente imprescind\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado, em 2021, a 3\u00aa turma do STJ teve um posicionamento distinto, considerando o rol como exemplificativo. No recurso, relatado pela ministra Nancy Andrighi, destaca-se: \u201cA qualifica\u00e7\u00e3o do rol de procedimentos e eventos em sa\u00fade como de natureza taxativa demanda do consumidor um conhecimento que ele, por sua condi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade, n\u00e3o possui nem pode ser obrigado a possuir\u201d.<\/p>\n<p>S\u00f3 em 2019 ocorreram 112.253 demandas judiciais de direito do consumidor envolvendo planos de sa\u00fade. Al\u00e9m dos pedidos judiciais por tratamentos ou procedimentos n\u00e3o inclu\u00eddos no rol da ANS, esse n\u00famero envolve tamb\u00e9m outras demandas, como quebras de contrato, redu\u00e7\u00e3o de tarifas, etc. No total, o Brasil tem cerca de 48&nbsp;milh\u00f5es de benefici\u00e1rios dos planos de sa\u00fade.<\/p>\n<h4 class=\"intertitulo\"><strong>Idec&nbsp;defende lista como \u2018refer\u00eancia m\u00ednima de cobertura\u2019<\/strong><\/h4>\n<p>Para a coordenadora do programa de Sa\u00fade do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ana Carolina Navarrete, a defini\u00e7\u00e3o do rol da ANS como taxativo vai \u201cgerar um risco muito grande de os planos de sa\u00fade negarem coberturas necess\u00e1rias e de efetividade comprovada\u201d.<\/p>\n<p>Segundo ela, os planos de sa\u00fade tendem a ter uma interpreta\u00e7\u00e3o muito restritiva do rol, no que ela chama de uma \u201cuma pr\u00e1tica abusiva das empresas ao negar cobertura\u201d quando o tratamento \u00e9 mais custoso.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Navarrete afirma que o pr\u00f3prio rol n\u00e3o se baseia apenas na efetividade dos tratamentos para os pacientes, mas tamb\u00e9m na lucratividade das empresas. \u201cOu seja, n\u00e3o entra qualquer tecnologia que seja boa ou custo-efetiva. Ela tamb\u00e9m n\u00e3o pode ser muito cara. E isso coloca o rol em uma situa\u00e7\u00e3o de equil\u00edbrio muito dif\u00edcil.\u201d<\/p>\n<p>A coordenadora tamb\u00e9m considera como inv\u00e1lido o argumento de desequil\u00edbrio econ\u00f4mico da parte dos planos de sa\u00fade. \u201cEsse entendimento \u00e9 assim h\u00e1 pelo menos 10 anos e isso n\u00e3o gerou colapso no setor. Pelo contr\u00e1rio, quando vemos as informa\u00e7\u00f5es das empresas nesse per\u00edodo, houve crescimento econ\u00f4mico.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, segundo uma das advogadas do caso em julgamento, Caroline Salerno, pessoas com defici\u00eancia estar\u00e3o entre as principais impactadas pela decis\u00e3o, caso o STJ vote a favor da taxatividade do rol da ANS.&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m de abordar a quest\u00e3o do rol, (o julgamento) deveria ser analisado na perspectiva da prote\u00e7\u00e3o \u00e0 pessoa com defici\u00eancia, nesse microssistema jur\u00eddico que \u00e9 mais sens\u00edvel e vulner\u00e1vel\u201d, alega.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das pessoas com defici\u00eancia, o impacto \u00e9 consider\u00e1vel entre pacientes e fam\u00edlias de pacientes com doen\u00e7as graves, como c\u00e2ncer ou epilepsia.<\/p>\n<h4 class=\"intertitulo\"><strong>Operadoras de planos de sa\u00fade pedem por rol taxativo<\/strong><\/h4>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Planos de Sa\u00fade (Abramge) afirmou que a considera\u00e7\u00e3o do rol da ANS como exemplificativo \u00e9 desafiadora para as operadoras.&nbsp;<\/p>\n<p>Para a associa\u00e7\u00e3o, essa situa\u00e7\u00e3o gera um ambiente de judicializa\u00e7\u00e3o que impossibilita a previsibilidade na atua\u00e7\u00e3o das operadoras. \u201cFormular o pre\u00e7o de um produto sem limite de cobertura, que compreenda todo e qualquer procedimento, medicamento e tratamento existente, pode tornar invi\u00e1vel o acesso a um plano de sa\u00fade e colocar a continuidade da sa\u00fade suplementar no Brasil em xeque.\u201d<\/p>\n<p>A Unimed, parte de uma das a\u00e7\u00f5es em an\u00e1lise pelo STJ, declarou: \u201cA defini\u00e7\u00e3o clara das coberturas obrigat\u00f3rias, de forma taxativa, garante seguran\u00e7a jur\u00eddica aos contratos e evidencia direitos e obriga\u00e7\u00f5es na rela\u00e7\u00e3o entre os benefici\u00e1rios e as operadoras\u201d.<\/p>\n<p>Sem a previsibilidade de um rol taxativo, a operadora alega que \u201cn\u00e3o h\u00e1 como calcular adequadamente os recursos necess\u00e1rios para garantir todas as coberturas a que os planos ter\u00e3o de fazer frente, o que tende ao desequil\u00edbrio econ\u00f4mico-financeiro dos contratos j\u00e1 vigentes e ao aumento dos pre\u00e7os para novos contratos\u201d.<\/p>\n<p>A nota ainda indica que o rol taxativo \u00e9 importante para proteger a seguran\u00e7a dos pacientes.<\/p>\n<p>O professor de Direito Administrativo da Uerj Gustavo Binenbojm tamb\u00e9m defende um rol taxativo. Para ele, a judicializa\u00e7\u00e3o dos casos \u00e9 uma \u201cfalsa solu\u00e7\u00e3o para o problema\u201d, porque cria um desequil\u00edbrio para os planos, favorece apenas as pessoas que v\u00e3o \u00e0 Justi\u00e7a e acarreta em um reflexo nos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>&#8220;Me parece que a melhor solu\u00e7\u00e3o seria uma que respeite o equil\u00edbrio dos valores da seguran\u00e7a jur\u00eddica e do respeito aos contratos de um lado, e do acesso \u00e0 sa\u00fade de ponta do outro lado&#8221;, afirma.&nbsp;<\/p>\n<p>Assim, ele considera que casos como os que v\u00e3o para a Justi\u00e7a hoje deveriam ser objeto de considera\u00e7\u00e3o por parte da ANS, durante a atualiza\u00e7\u00e3o do rol de procedimentos, que deve acontecer no m\u00e1ximo a cada seis meses.<\/p>\n<h4 class=\"intertitulo\"><strong>M\u00e3es planejam protesto em frente ao STJ<\/strong><\/h4>\n<p>Dezenas de m\u00e3es planejam se acorrentar em frente ao Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) nesta quarta-feira, 23, para pressionar a Corte. A manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 mobilizada pelo Instituto Lagarta Vira Pupa, uma rede de apoio para m\u00e3es, fam\u00edlias e pessoas com defici\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Rubens Anater, O Estado de S.Paulo &#8211; @dispon\u00edvel na internet 22\/02\/2022<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>STJ adia julgamento que pode mudar na cobertura dos planos de sa\u00fade Processo est\u00e1 empatado e ainda n\u00e3o tem data para ser retomado. 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