{"id":72918,"date":"2022-08-25T05:31:47","date_gmt":"2022-08-25T08:31:47","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=72918"},"modified":"2022-08-25T05:38:36","modified_gmt":"2022-08-25T08:38:36","slug":"1972-falta-de-calibracao-dos-equipamentos-que-mediram-a-cripta-de-dom-pedro-i-teria-sido-esta-razao-para-a-criacao-em-1973-do-inmetro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2022\/08\/25\/1972-falta-de-calibracao-dos-equipamentos-que-mediram-a-cripta-de-dom-pedro-i-teria-sido-esta-razao-para-a-criacao-em-1973-do-inmetro\/","title":{"rendered":"1972: Falta de calibra\u00e7\u00e3o dos equipamentos que mediram a cripta de Dom Pedro I, teria sido esta uma das raz\u00f5es para a cria\u00e7\u00e3o em 1973 do Inmetro?"},"content":{"rendered":"<p><strong>Dom Pedro I no Brasil: Caix\u00e3o vindo de Portugal era 8 cent\u00edmetros maior que o sarc\u00f3fago; sepultamento definitivo ocorreu 4 anos depois<\/strong><\/p>\n<p>Com o Brasil vivendo um dos mais duros per\u00edodos da&nbsp;ditadura militar, o governo do general Em\u00edlio Garrastazu M\u00e9dici n\u00e3o poupou esfor\u00e7os para transformar as comemora\u00e7\u00f5es dos&nbsp;150 anos da Independ\u00eancia, em 1972, numa enorme celebra\u00e7\u00e3o nacional. O ponto alto das festividades oficiais foi&nbsp;a vinda de Portugal dos restos mortais do&nbsp;imperador&nbsp;Dom Pedro I, o proclamador da Independ\u00eancia, em 7 de setembro de 1822.<\/p>\n<p>O monarca estava sepultado no Mosteiro de S\u00e3o Vicente de Fora, em Lisboa. O cora\u00e7\u00e3o de D. Pedro I, a pedido do pr\u00f3prio ficou preservado numa igreja na cidade do Porto. Um detalhe descoberto na \u00faltima hora, por\u00e9m, impediu que os restos mortais fossem seputados na nova morada como planejado.<\/p>\n<div id=\"corpo-texto\" class=\"already-sliced already-checked\" data-paywall-wrapper=\"\">\n<figure class=\"full\" data-wp-editing=\"1\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" title=\"Acervo\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/thumbs\/550\/resources\/jpg\/7\/6\/1630691698867.jpg?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"Os restos mortais de D. Pedro I chegam ao Rio de Janeiro, RJ, 22\/4\/1972\"><\/figure>\n<p>Quase como uma anedota, daquelas que fazem parte da tradi\u00e7\u00e3o luso-brasileira, o caix\u00e3o feito em Portugal n\u00e3o coube no lugar onde deveria ser colocado na Capela Imperial, no Ipiranga.<\/p>\n<p>Apenas quatro anos depois do Sesquicenten\u00e1rio da Independ\u00eancia, em 1976, o sarc\u00f3fago de D.Pedro I foi devidamente disposto no Mausol\u00e9u para ele constru\u00eddo.<\/p>\n<p><em>&#8220;O conjunto formado por um caix\u00e3o de chumbo com as armas de Portugal colocado dentro de outro caix\u00e3o esse de madeira, era oito cent\u00edmetros maior do que o sarc\u00f3fago que deveria cont\u00ea-lo, e como as autoridades portuguesas n\u00e3o autorizaram sua redu\u00e7\u00e3o foi preciso desmontar o sarc\u00f3fago da cripta e aument\u00e1-lo&#8221;<\/em>, relatou o&nbsp;Estado&nbsp;em 5 de setembro de 1976.<\/p>\n<h4><strong style=\"color: #111111; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 19px;\">A VINDA DOS RESTOS MORTAIS DE D.PEDRO I PARA O BRASIL<\/strong><\/h4>\n<div id=\"galeria43444\">\n<div class=\"galeria\">\n<div class=\"body-modal\">\n<div class=\"modal-galeria-principal\">\n<div id=\"galeria\">\n<div id=\"quadro\">\n<figure style=\"width: 620px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"valign\" title=\"Solano Jos\u00e9 de Souza\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/thumbs\/620\/resources\/jpg\/7\/5\/1630691938957.jpg?resize=620%2C418&#038;ssl=1\" alt=\"Os restos mortais de D. Pedro I s\u00e3o transportados para celebra\u00e7\u00e3o dos 150 anos da Independ\u00eancia, 1972\" width=\"620\" height=\"418\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Os restos mortais de D. Pedro I s\u00e3o transportados para celebra\u00e7\u00e3o dos 150 anos da Independ\u00eancia, 1972<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A busca por obter os despojos de D. Pedro de Portugal j\u00e1 havia sido empreendida sem sucesso em outras ocasi\u00f5es.&nbsp;As primeiras negocia\u00e7\u00f5es para traz\u00ea-los foi em 1908, quando a Rep\u00fablica brasileira j\u00e1 estava consolidada e o governo pronto para estreitar rela\u00e7\u00f5es com a antiga metr\u00f3pole. Os despojos viriam com o rei de Portugal, D. Carlos, que programava uma visita ao Brasil, mas o rei foi assassinado antes da viagem.<\/p>\n<p>O projeto foi, ent\u00e3o, retomado em 1922, para o centen\u00e1rio da Independ\u00eancia, mas tamb\u00e9m n\u00e3o obteve sucesso.&nbsp;Em 8 de janeiro de 1921, os restos mortais do imperador&nbsp;<u>Dom Pedro II<\/u>&nbsp;e de sua esposa, a imperatriz Teresa Cristina, chegavam ao Brasil.&nbsp;A inaugura\u00e7\u00e3o do Monumento \u00e0 Independ\u00eancia em 7 de setembro de 1922 foi o marco da celebra\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio da Independ\u00eancia.<\/p>\n<p>Em 1951, surgiu a ideia de construir um local reservado a abrigar os despojos dos antigos soberanos. Quando foi lembrado que dentro da enorme constru\u00e7\u00e3o de granito e bronze existia um compartimento totalmente revestido de granito verde, vindo de Ubatuba, um&nbsp;Cenot\u00e1fio, concluiu-se que o interior do monumento seria o lugar mais apropriado. Ent\u00e3o, em&nbsp;7 de setembro de 1952,&nbsp;h\u00e1 poucos metros do Museu Paulista, dentro do enorme monumento, perto do Riacho do Ipiranga foi inaugurada no Cenot\u00e1fio, uma cripta reservada ao descanso dos monarcas brasileiros.<\/p>\n<figure class=\"full\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" style=\"border: 0px;\" title=\"Acervo\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/thumbs\/550\/resources\/jpg\/1\/1\/1630706825311.jpg?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"> Estad\u00e3o &#8211; 02\/9\/1972&nbsp;&nbsp;&#8220;><\/figure>\n<p>Foi para l\u00e1 que, em 12 de outubro de 1954, foram encaminhados os despojos de D. Maria Leopoldina, primeira imperatriz do Brasil, que estavam no Convento Santo Ant\u00f4nio, no Rio. O Cenot\u00e1fio, foi convertido em Capela Imperial por decreto expedido pelo ent\u00e3o prefeito de S\u00e3o Paulo, Ademar de Barros, em 19 de outubro de 1959.<\/p>\n<p>Em 1971, com a proximidade do anivers\u00e1rio de 150 anos da proclama\u00e7\u00e3o de Independ\u00eancia, o Instituto Hist\u00f3rico Geogr\u00e1fico de S\u00e3o Paulo, o Instituto Hist\u00f3rico Geogr\u00e1fico Brasileiro e o Itamaraty retomaram os di\u00e1logo junto aos institutos de preserva\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria e ao governo portugu\u00eas, que tamb\u00e9m vivia sob uma ditadura militar,&nbsp;para promover a concess\u00e3o dos despojos de D. Pedro I.<\/p>\n<p>Figura de suma import\u00e2ncia hist\u00f3rica para ambos os pa\u00edses, regente tanto do Brasil como de Portugal &#8211; D. Pedro I, imperador do Brasil, e rei D.Pedro IV, de Portugal &#8211; estava sepultado ao lado dos demais membros da fam\u00edlia real de Bragan\u00e7a, governantes de Portugal de 1641 a 1910, no Pante\u00e3o da Dinastia de Bragan\u00e7a situado no Mosteiro de S\u00e3o Vicente de Fora na cidade de Lisboa.<\/p>\n<p>Sua remo\u00e7\u00e3o seria uma perda significativa para o patrim\u00f4nio nacional portugu\u00eas. O Brasil, por sua vez, argumentava que diferente dos demais povos americanos, que t\u00eam nos seus pante\u00f5es seus respectivos libertadores e patriarcas, o pa\u00eds possu\u00eda uma t\u00famulo vazio na base do Monumento do Ipiranga.<\/p>\n<figure class=\"full\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" style=\"border: 0px;\" title=\"Acervo\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/thumbs\/550\/resources\/jpg\/0\/5\/1630696951350.jpg?w=696&#038;ssl=1\" alt=\"> Estad\u00e3o &#8211;&nbsp;13\/8\/1971,&nbsp;19\/3\/1972&nbsp;e&nbsp;23\/4\/1972&nbsp;&nbsp;&#8220;><\/figure>\n<p>Em 13 de agosto de 1971 o&nbsp;Estad\u00e3o publicou a not\u00edcia de que&nbsp;o presidente de Portugal, almirante Am\u00e9rico Thomaz, concordara em transladar e presentear o Brasil com os restos mortais do imperador.<\/p>\n<p>Aos portugueses, Thomaz falou sobre o sacrif\u00edcio em pr\u00f3 de enriquecer e fortalecer os la\u00e7os entre a comunidade luso-brasileira.&nbsp;<em>\u201cAssim repartidos entre Portugal e o Brasil os despojos de D.Pedro ser\u00e3o bem o s\u00edmbolo de uma ra\u00e7a que,&nbsp;divida entre duas P\u00e1trias, permanece, todavia, fiel \u00e0 alma que lhe d\u00e1 car\u00e1ter no mundo e inspira pelos tempos afora os destinos lus\u00edadas\u201d<\/em>, disse Am\u00e9rico Thomaz, deixando claro, que&nbsp;o cora\u00e7\u00e3o&nbsp;n\u00e3o viria. Permaneceria na cidade do Porto, j\u00e1 que o pr\u00f3prio D.Pedro deixou-o, em testamento, \u00e0 cidade.<\/p>\n<p>No dia anterior, o presidente M\u00e9dici expressara, em rede nacional de TV e r\u00e1dio sua emo\u00e7\u00e3o;&nbsp;<em>\u201cbrasileiros, n\u00e3o posso esconder minha emo\u00e7\u00e3o. Fala por si mesmo este fato que nenhuma eloqu\u00eancia poderia superar: no ano em que celebramos o sesquicenten\u00e1rio da nossa Independ\u00eancia, regressar\u00e1 ao Brasil o corpo daquele que, em sete de setembro, \u00e0s margens do Ipiranga, com a bravura, o arroubo e a paix\u00e3o que eram a marca de sua personalidade, proclamou livres estas terras.\u201d<\/em><\/p>\n<p>Com a concord\u00e2ncia do governo portugu\u00eas, vieram os preparativos para o translado. O&nbsp;Estado&nbsp;de 19 de mar\u00e7o de 1972 publicou informa\u00e7\u00f5es sobre a for\u00e7a-tarefa da Marinha brasileira designada para escoltar o translado dos restos mortais do primeiro imperador do Brasil.<\/p>\n<figure class=\"full\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" style=\"border: 0px;\" title=\"Acervo\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/thumbs\/550\/resources\/jpg\/0\/3\/1661180455030.jpg?w=696&#038;ssl=1\" alt=\">> Estad\u00e3o &#8211; 07\/9\/1972&#8243;><\/figure>\n<p>Cerca de 800 homens, sob a chefia do almirante Carlos Auto Andrade, formavam as tripula\u00e7\u00f5es dos contratorpedeiros Santa Catarina, Paran\u00e1 e Pernambuco, encarregados de assegurar a viagem do transatl\u00e2ntico portugu\u00eas Funchal, que transportava o esquife real, o presidente portugu\u00eas Am\u00e9rico Tomaz e sua comitiva de 50 pessoas. Para a cobertura jornal\u00edstica da viagem a Marinha incluiu alguns jornalistas, Eduardo Barbosa, do Estad\u00e3o, estava entre os poucos civis que viajavam com a for\u00e7a-tarefa.<\/p>\n<p>Seguindo um cronograma carregado de simbologias e pensado para exaltar o nacionalismo brasileiro, o regime militar organizou um itiner\u00e1rio onde os pontos altos eram duas grandes datas nacionais. Ap\u00f3s seguir o longo trajeto de 4.500 milhas&nbsp;percorrido por Cabral, em 22 de abril de 1972, o&nbsp;Funchal&nbsp;chegou \u00e0 Ba\u00eda de Guanabara, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>A urna contendo os despojos de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal foi desembarcada no ancoradouro do Morro da Vi\u00fava e conduzida em cortejo num carro de combate do Ex\u00e9rcito at\u00e9 o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial. No aterro do Flamengo, foi entregue ao presidente Garrastazu M\u00e9dici pelo presidente Am\u00e9rico Thomaz, de Portugal, em uma cerim\u00f4nia acompanhada por cerca de 10 mil pessoas e televisionada a cores para todo o Pa\u00eds.<\/p>\n<figure class=\"full\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" style=\"border: 0px;\" title=\"Acervo\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/img.estadao.com.br\/thumbs\/550\/resources\/jpg\/9\/2\/1661180455029.jpg?w=696&#038;ssl=1\" alt=\">> Estad\u00e3o- 05\/9\/1976&#8243;><\/figure>\n<p>Depois de tr\u00eas dias expostos \u00e0 visita\u00e7\u00e3o na sua antiga resid\u00eancia na Quinta da Boa Vista, os despojos deixaram o Rio e seguiram em peregrina\u00e7\u00e3o por todas as capitais brasileiras. At\u00e9 que em 7 de setembro de 1972, vindo de Pindamonhangaba e seguindo o mesmo caminho feito por D. Pedro quando proclamou a independ\u00eancia, seu esquife chegou \u00e0 sua \u00faltima morada, a Capela Imperial no Monumento \u00e0 Independ\u00eancia.<\/p>\n<p>Em 1982, chegaram ao Brasil os restos mortais da segunda esposa de D.Pedro I, nossa segunda imperatriz, D. Am\u00e9lia. Em 2002, o&nbsp;<strong>cora\u00e7\u00e3o de D. Pedro&nbsp;<\/strong>I \u00e9 emprestado pelos portugueses para as comemora\u00e7\u00f5es dos 200 anos da Independ\u00eancia.<\/p>\n<figure class=\"full\"><img decoding=\"async\" style=\"border: 0px;\" title=\"Acervo\/Estad\u00e3o\" src=\"https:\/\/img.estadao.com.br\/thumbs\/550\/resources\/jpg\/1\/3\/1661180455031.jpg\" alt=\">> Estad\u00e3o- 07\/9\/1952&#8243;><\/figure>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Liz Batista \/ Acervo Estad\u00e3o&nbsp; @ dispon\u00edvel na internet 25\/08\/2022<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dom Pedro I no Brasil: Caix\u00e3o vindo de Portugal era 8 cent\u00edmetros maior que o sarc\u00f3fago; sepultamento definitivo ocorreu 4 anos depois Com o Brasil vivendo um dos mais duros per\u00edodos da&nbsp;ditadura militar, o governo do general Em\u00edlio Garrastazu M\u00e9dici n\u00e3o poupou esfor\u00e7os para transformar as comemora\u00e7\u00f5es dos&nbsp;150 anos da Independ\u00eancia, em 1972, numa enorme [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":72919,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-72918","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/museu-ipiranga-1.jpg?fit=681%2C413&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72918","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72918"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72918\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":72925,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72918\/revisions\/72925"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/72919"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72918"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72918"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72918"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}