{"id":7670,"date":"2016-12-03T00:27:06","date_gmt":"2016-12-03T03:27:06","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=7670"},"modified":"2016-12-02T15:28:44","modified_gmt":"2016-12-02T18:28:44","slug":"nem-nem-cresce-numero-de-jovens-que-nem-estudam-nem-trabalham-no-brasil-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2016\/12\/03\/nem-nem-cresce-numero-de-jovens-que-nem-estudam-nem-trabalham-no-brasil-diz-ibge\/","title":{"rendered":"\u201cNem Nem\u201d: Cresce n\u00famero de jovens que nem estudam nem trabalham no Brasil, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-style: inherit; font-weight: inherit;\"><span style=\"font-style: inherit;\">O n\u00famero de jovens de 15 a 29 anos que n\u00e3o estudavam nem trabalhavam em 2015 cresceu no Pa\u00eds, chegando a 22,5% da popula\u00e7\u00e3o dessa faixa et\u00e1ria. Sequer procuravam trabalho 14,4% dessas pessoas. A propor\u00e7\u00e3o dos chamados \u201cnem nem\u201d cresceu 2,5 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2014 (20%) e 2,8 frente a 2005 (19,7%). O grupo de 18 a 24 anos apresentou o maior porcentual em 2015: 27,4%. Os dados s\u00e3o da S\u00edntese de Indicadores Sociais, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) divulga nesta sexta-feira, 2.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"font-style: inherit; font-weight: inherit; text-align: justify;\">\u201c\u00c9 quase um quarto dos jovens, e os n\u00fameros mostram que o porcentual dos `nem nem nem\u2019, que n\u00e3o estudam, n\u00e3o trabalham e n\u00e3o procuram trabalho, n\u00e3o varia mesmo em cen\u00e1rios diferentes\u201d, aponta a analista do IBGE Luanda Botelho, referindo-se ao fato de que os \u201cnem nem nem\u201d terem representado 12,8% dos jovens em 2005. \u201cNo caso dos `nem nem\u2019, a piora do mercado de trabalho influenciou o resultado. Quando a economia piora, os jovens s\u00e3o os mais afetados e os que mais demoram a se recuperar.\u201d<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit; font-weight: inherit; text-align: justify;\">Por conta da maternidade e da maior dedica\u00e7\u00e3o a afazeres dom\u00e9sticos, o porcentual de mulheres n\u00e3o estudantes e inativas em 2015 era quase o dobro do que o de homens: 29,8%, contra 15,4%. Em 2005, estas propor\u00e7\u00f5es eram 28,1% e 11,1%. Da popula\u00e7\u00e3o feminina de todas as faixas que n\u00e3o trabalhavam nem estudavam, 91,6% ocupava-se das tarefas da casa, incluindo a\u00ed os cuidados com os filhos.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit; font-weight: inherit; text-align: justify;\">Quando se comparam homens e mulheres que trabalham fora, a persist\u00eancia da sobrecarga sobre elas quanto \u00e0s atividades dom\u00e9sticas \u00e9 evidenciada pelos dados do IBGE. De 2005 a 2015, o n\u00famero de horas semanais que os homens gastaram com esse tipo de atividade n\u00e3o se alterou: ficou em 10 horas. J\u00e1 entre as mulheres o disp\u00eandio de tempo \u00e9 o dobro disso, e, somada \u00e0 jornada de trabalho fora, a jornada total semanal feminina \u00e9 em m\u00e9dia cinco horas maior do que a masculina.<\/p>\n<p style=\"font-style: inherit; font-weight: inherit; text-align: justify;\">A S\u00edntese \u00e9 feita pelo IBGE desde 1998. Esta edi\u00e7\u00e3o utilizou n\u00fameros da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios 2015 e do Censo de 2010, entre outras publica\u00e7\u00f5es, e trouxe dados relativos a demografia, fam\u00edlias, educa\u00e7\u00e3o, trabalho, distribui\u00e7\u00e3o de renda e domic\u00edlios. O objetivo da s\u00edntese \u00e9 tra\u00e7ar um perfil das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cr\u00e9dito: Estad\u00e3o Conte\u00fado \u2013 dispon\u00edvel na web 03\/12\/2016<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de jovens de 15 a 29 anos que n\u00e3o estudavam nem trabalhavam em 2015 cresceu no Pa\u00eds, chegando a 22,5% da popula\u00e7\u00e3o dessa faixa et\u00e1ria. Sequer procuravam trabalho 14,4% dessas pessoas. A propor\u00e7\u00e3o dos chamados \u201cnem nem\u201d cresceu 2,5 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2014 (20%) e 2,8 frente a 2005 (19,7%). 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