{"id":80910,"date":"2023-06-23T04:15:42","date_gmt":"2023-06-23T07:15:42","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=80910"},"modified":"2023-06-22T19:07:32","modified_gmt":"2023-06-22T22:07:32","slug":"funcionarios-fingem-trabalhar-parte-do-dia-para-mostrar-que-estao-ocupados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2023\/06\/23\/funcionarios-fingem-trabalhar-parte-do-dia-para-mostrar-que-estao-ocupados\/","title":{"rendered":"Funcion\u00e1rios fingem trabalhar parte do dia para mostrar que est\u00e3o ocupados"},"content":{"rendered":"<h4 class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\"><strong>83% dos funcion\u00e1rios fingem trabalhar parte do dia para mostrar que est\u00e3o ocupados, diz pesquisa<\/strong><\/h4>\n<h6>Pessoas gastam at\u00e9 metade da semana em tarefas pouco \u00fateis porque querem parecer que s\u00e3o necess\u00e1rias \u00e0 empresa; especialistas dizem que press\u00e3o por produtividade \u00e9 uma das causas<\/h6>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Muitos funcion\u00e1rios fingem que est\u00e3o trabalhando para parecer mais \u00fateis, evitar demiss\u00e3o, conseguirem uma promo\u00e7\u00e3o ou escapar de mais trabalho. A conclus\u00e3o \u00e9 de uma pesquisa realizada nos EUA pela empresa americana Visier, especializada em solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas para recursos humanos. Segundo o levantamento, isso acontece num cen\u00e1rio de crescente press\u00e3o por mais produtividade, em que os trabalhadores sentem que n\u00e3o podem parecer que est\u00e3o sem fazer nada.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Mexer na tela do computador s\u00f3 para n\u00e3o entrar no modo descanso e responder a e-mails que n\u00e3o exigem uma a\u00e7\u00e3o imediata s\u00e3o considerados comportamentos perform\u00e1ticos pela pesquisa. Entre os principais motivos para fingir que trabalham, 64% citam que \u00e9 importante para o sucesso profissional e 41% afirmam que querem parecer mais valiosos para a empresa.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Ao longo de uma semana m\u00e9dia de trabalho, 22% dos entrevistados disseram gastar quase metade do tempo de trabalho (20 horas) em fun\u00e7\u00f5es que n\u00e3o contribuem de verdade para a empresa.<\/p>\n<div class=\"styles__EmbedWrapper-fdtc5v-0 bWgzkT embed-wrapper\">\n<div class=\"embed-container\">\n<div class=\"embed-container\">\n<blockquote id=\"v34064761074444804\" class=\"tiktok-embed\" cite=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@estadao\/video\/7247557314717273350\" data-video-id=\"7247557314717273350\" data-embed-from=\"oembed\"><p><iframe src=\"https:\/\/www.tiktok.com\/embed\/v2\/7247557314717273350?lang=pt-PT&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.estadao.com.br%2Feconomia%2Fsua-carreira%2Ftrabalho-produtividade-chefe-atarefado%2F&amp;embedFrom=oembed\" name=\"__tt_embed__v34064761074444804\" sandbox=\"allow-popups allow-popups-to-escape-sandbox allow-scripts allow-top-navigation allow-same-origin\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">O levantamento consultou mil trabalhadores em tempo integral &#8211; presencial, h\u00edbrido e home office &#8211; em fevereiro de 2023. Desses, 83% admitiram realizar tarefas pouco \u00fateis, mas que d\u00e3o impress\u00e3o de serem importantes, em vez de se dedicar a outras com resultados significativos. Mas nem sempre o trabalho perform\u00e1tico \u00e9 ofensivo, vira um problema para a efici\u00eancia da empresa quando passar a ser praticado com frequ\u00eancia.<\/p>\n<h4 class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\"><strong>Veja alguns destaque da pesquisa no quadro abaixo:<\/strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-80913 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?resize=696%2C1044\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"1044\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?resize=682%2C1024&amp;ssl=1 682w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?resize=696%2C1044&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?resize=280%2C420&amp;ssl=1 280w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/1-1.jpg?resize=560%2C840&amp;ssl=1 560w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/h4>\n<div class=\"styles__IntertitleWrapper-sc-1mcv1te-0 iOVxiD intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-80912 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?resize=696%2C515\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"515\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?w=739&amp;ssl=1 739w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?resize=300%2C222&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?resize=485%2C360&amp;ssl=1 485w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?resize=696%2C515&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?resize=567%2C420&amp;ssl=1 567w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-1.jpg?resize=80%2C60&amp;ssl=1 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><\/div>\n<h4><strong>Controle excessivo sobrecarrega trabalhadores<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">A pesquisa aponta que os funcion\u00e1rios que trabalham nos modelos presenciais e h\u00edbridos foram os que mais se sentiram vigiados por suas chefias, e isso os induz a se mostrarem mais ocupados.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Os l\u00edderes t\u00eam o papel de delegar tarefas para as equipes, mas existem diferentes maneiras de acompanhar os colaboradores de modo saud\u00e1vel, diz Susan Vroman, docente de administra\u00e7\u00e3o da Universidade Bentley, em Massachusetts (EUA).<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Aqui v\u00e3o dois exemplos para l\u00edderes usarem na pr\u00e1tica:<\/p>\n<div class=\"styles__ListUlOlWrapper-sc-17kgae-0 yNiek list-ul-ol-wrapper\">\n<ul>\n<li class=\"\"><b>Para colaboradores que gostam de trabalhar sozinhos:<\/b>&nbsp;O ideal \u00e9 que o chefe busque entender do que o funcion\u00e1rio precisa. \u00c9 mais importante se preocupar com a entrega do que com o acompanhamento passo a passo.<\/li>\n<li class=\"\"><b>Quem prefere ser acompanhado:<\/b>&nbsp;Se<b>&nbsp;<\/b>algu\u00e9m est\u00e1 dizendo \u201cestou um pouco nervoso, sinto que meu chefe n\u00e3o sabe o que est\u00e1 acontecendo\u201d, o caminho \u00e9 pensar em um ritmo espec\u00edfico, talvez um relat\u00f3rio de status da tarefa. Ela tamb\u00e9m orienta a perguntar sobre o andamento da atividade duas vezes por semana.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">A professora afirma que l\u00edderes preparados n\u00e3o buscam microgerenciar equipes, isto \u00e9, criar uma lista gigantesca de tarefas para manter as pessoas ocupadas. \u201cAcredito que [as chefias] est\u00e3o tentando encontrar uma maneira pela qual todos sintam que estejam recebendo cr\u00e9dito pelo trabalho que est\u00e3o fazendo no tempo de que precisam.\u201d<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">O desafio, segundo Vroman, \u00e9 o tempo que os l\u00edderes v\u00e3o levar para aperfei\u00e7oar esse monitoramento saud\u00e1vel. At\u00e9 l\u00e1, de um lado, parte do quadro de trabalhadores vai considerar a supervis\u00e3o excessiva, enquanto outros v\u00e3o estar satisfeitos pelo acompanhamento.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Para alguns chefes, um trabalhador que seja mais quieto pode parecer que n\u00e3o faz muita coisa ou tem pouco trabalho. Isso \u00e9 um equ\u00edvoco, afirma Ma\u00edra Blasi, especialista em futuro do trabalho e fundadora da Subversiva, consultoria especializada em transforma\u00e7\u00e3o organizacional.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">\u201cValorizamos muito mais pessoas agitadas e que est\u00e3o se comunicando, parecendo que est\u00e3o trabalhando, em vez de olhar para as entregas em si. Parece que estar se movimentando se torna mais importante do que fazer as entregas.\u201d<\/p>\n<div class=\"styles__IntertitleWrapper-sc-1mcv1te-0 iOVxiD intertitle-wrapper\">\n<h4><strong>Quem termina tarefas antes acaba sobrecarregado<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Segundo Blasi, essa ilus\u00e3o corporativa leva funcion\u00e1rios a simularem que est\u00e3o ocupados \u00e9 o receio de receber muito mais trabalho que os colegas. Quem \u00e9 r\u00e1pido e termina suas tarefas antes acaba sendo \u201cpunido\u201d por essa efici\u00eancia, diz a especialista.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">A pesquisa da Visier mostra que 8% dos funcion\u00e1rios se encaixaram nessa situa\u00e7\u00e3o. Como mecanismo de defesa, o funcion\u00e1rio omite j\u00e1 ter finalizado uma tarefa por medo de ser atolado por outras. E a\u00ed, o trabalho perform\u00e1tico vira uma bola de neve.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">\u201cAs pessoas fingem que trabalham para n\u00e3o ter mais estresse, porque j\u00e1 cumpriram a meta, j\u00e1 chegaram a um limite intelectual e de cansa\u00e7o\u201d, diz.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">A competitividade nociva \u00e9 outro fator que estimula tarefas sem resultados. O trabalhador fica com medo de n\u00e3o ser reconhecido e perder o lugar, diz Jenifer Zveiter, head na Condur\u00fa Consultoria, empresa que presta servi\u00e7os de diversidade e inclus\u00e3o. Segundo Zveiter, o colaborador assume o risco de fazer o que for necess\u00e1rio para conquistar a chefia, e silenciosamente, alimentar um lugar de competi\u00e7\u00e3o na equipe, o que torna o trabalho mais individual.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Apesar disso, \u00e9 poss\u00edvel construir algo positivo desde que haja colabora\u00e7\u00e3o. \u201cIsso gera uma motiva\u00e7\u00e3o, uma perspectiva de crescimento e muitas vezes incentiva a criatividade e a inova\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho\u201d, analisa Isabela Corr\u00eaa, CEO da B.NOUS, uma edtech focada em soft skills e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"styles__IntertitleWrapper-sc-1mcv1te-0 iOVxiD intertitle-wrapper\">\n<h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o afeta as empresas e adoece trabalhadores<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Os principais motivadores para as pessoas fingirem estarem ocupadas est\u00e3o diretamente ligados ao funcionamento global do processo de trabalho e \u00e0s formas de gerir recursos humanos, afirma Camila Corr\u00eaa, doutora e especialista em promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Companhias com excesso de tarefas sem prop\u00f3sito podem se deparar com redu\u00e7\u00e3o da motiva\u00e7\u00e3o, aumento de faltas e licen\u00e7as, al\u00e9m de custos com substitui\u00e7\u00f5es\/treinamentos de novos funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">\u201cUma vez que a produtividade artificial \u00e9 resultado de sobrecarga, m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de trabalho, incentivo \u00e0 competitividade e expectativas irreais, h\u00e1 perda e adoecimento de profissionais qualificados e preju\u00edzos substanciais para a empresa\u201d, diz.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">A cultura corporativa de alcan\u00e7ar o sucesso profissional a qualquer custo est\u00e1 mudando aos poucos, avalia Isabela Corr\u00eaa. \u201cO mundo do trabalho vem se modificando muito em rela\u00e7\u00e3o at\u00e9 mesmo \u00e0 quantidade de horas trabalhadas, com modelos de trabalho flex\u00edveis.\u201d Isso pode mudar a ideia de que \u00e9 preciso ser visto para ser importante ao neg\u00f3cio.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 bUErhD\">Uma das alternativas para romper com o ciclo do trabalho perform\u00e1tico \u00e9 evitar relacionar n\u00fameros de horas de trabalho \u00e0 produtividade. Incentivar a transpar\u00eancia e ter uma boa defini\u00e7\u00e3o de metas e objetivos tamb\u00e9m pode oferecer autonomia \u00e0s equipes. \u201cTemos que sair dessa l\u00f3gica de gerenciar pessoas para gerenciar processos e fluxo organizacional. Se voc\u00ea mede pessoas por horas, voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 preocupado com o resultado da organiza\u00e7\u00e3o\u201d, alerta Ma\u00edra Blasi, da Subversiva.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: &nbsp;Jayanne Rodrigues \/Sua Carreira, O Esrado de S\u00e3o Paulo &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 23\/06\/2023<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>83% dos funcion\u00e1rios fingem trabalhar parte do dia para mostrar que est\u00e3o ocupados, diz pesquisa Pessoas gastam at\u00e9 metade da semana em tarefas pouco \u00fateis porque querem parecer que s\u00e3o necess\u00e1rias \u00e0 empresa; especialistas dizem que press\u00e3o por produtividade \u00e9 uma das causas Muitos funcion\u00e1rios fingem que est\u00e3o trabalhando para parecer mais \u00fateis, evitar demiss\u00e3o, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":80911,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-80910","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/3-1.jpg?fit=1108%2C713&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80910","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=80910"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80910\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":80914,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80910\/revisions\/80914"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/80911"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80910"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80910"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80910"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}