{"id":8131,"date":"2016-12-16T03:17:22","date_gmt":"2016-12-16T06:17:22","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=8131"},"modified":"2016-12-16T03:52:15","modified_gmt":"2016-12-16T06:52:15","slug":"congresso-aprova-orcamento-de-2017-com-teto-de-gastos-e-conclui-analise-da-ldo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2016\/12\/16\/congresso-aprova-orcamento-de-2017-com-teto-de-gastos-e-conclui-analise-da-ldo\/","title":{"rendered":"Congresso aprova Or\u00e7amento de 2017 com teto de gastos e conclui an\u00e1lise da LDO"},"content":{"rendered":"<p>O Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (15), as duas normas que v\u00e3o reger as receitas e despesas de 2017. Primeiro foi conclu\u00edda a vota\u00e7\u00e3o do projeto da Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias ( LDO\u2013 PLN 2\/16), que estava pendente de tr\u00eas destaques\u00a0(todos foram rejeitados). Depois, deputados e senadores aprovaram o novo Or\u00e7amento do Pa\u00eds (LOA\u00a0\u2013 PLN 18\/16), que foi relatado pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM).<\/p>\n<p>Propostas aprovadas hoje pelo Congresso seguem para san\u00e7\u00e3o presidencial<\/p>\n<p>O l\u00edder do governo no Congresso, senador Romero Juc\u00e1 (PMDB-RR), fechou um acordo com os demais l\u00edderes para votar a proposta or\u00e7ament\u00e1ria sem obstru\u00e7\u00f5es. Com isso, Braga nem precisou ler o parecer em Plen\u00e1rio.<\/p>\n<p>O mesmo acordo permitiu a aprova\u00e7\u00e3o da LDO 2017 e de projetos de cr\u00e9dito que somam mais de R$ 100 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O novo Or\u00e7amento projeta um crescimento da economia de 1% em 2017. O texto foi elaborado com um sal\u00e1rio m\u00ednimo de R$ 945,80, 7,5% acima do valor atual (R$ 880).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ldo-2.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-8132 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ldo-2.jpg?resize=343%2C277\" width=\"343\" height=\"277\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ldo-2.jpg?w=343&amp;ssl=1 343w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/ldo-2.jpg?resize=300%2C242&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 343px) 100vw, 343px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Despesas<\/strong><br \/>\nA proposta or\u00e7ament\u00e1ria fixa os gastos federais em R$ 3,5 trilh\u00f5es no pr\u00f3ximo ano, valor que inclui despesas com juros e amortiza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida p\u00fablica (R$ 1,7 trilh\u00e3o). O texto destina ainda R$ 306,9 bilh\u00f5es para pagamento de pessoal na esfera federal, R$ 90 bilh\u00f5es para investimentos das estatais e R$ 58,3 bilh\u00f5es para investimentos com recursos do Or\u00e7amento Fiscal e da Seguridade Social. Essa \u00faltima dota\u00e7\u00e3o subiu R$ 19 bilh\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 proposta original do or\u00e7amento. O aumento decorreu de emendas de deputados e senadores \u00e0s despesas de 2017.<\/p>\n<p>O Or\u00e7amento aprovado nesta quinta \u00e9 o primeiro elaborado sob as regras do Novo Regime Fiscal, previsto na Emenda Constitucional 95, promulgada ontem em sess\u00e3o do Congresso.<\/p>\n<p>O novo regime, que vai vigorar por 20 anos, determina que o crescimento das despesas prim\u00e1rias federais estar\u00e1 limitado \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o acumulada entre julho de um ano e junho do ano seguinte. Para 2017, excepcionalmente, foi definido que as despesas prim\u00e1rias ter\u00e3o corre\u00e7\u00e3o de 7,2%, que \u00e9 o IPCA\u00a0projetado para o ano.<\/p>\n<p><strong>Piso da sa\u00fade<\/strong><br \/>\nO texto aprovado elevou os recursos para a sa\u00fade, principalmente em rela\u00e7\u00e3o ao piso constitucional, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 proposta or\u00e7ament\u00e1ria do governo. O texto original destinou R$ 105,5 bilh\u00f5es para o piso, valor que foi elevado para R$ 115,3 bilh\u00f5es. O novo valor equivale a 15% da receita corrente l\u00edquida da Uni\u00e3o (RCL). Para garantir o aumento, o relator contou com recursos de emendas de deputados e senadores e da reestimativa\u00a0l\u00edquida de receita, que elevou a arrecada\u00e7\u00e3o federal do pr\u00f3ximo ano em R$ 10,1 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o faz parte do acordo que levou \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o, no Congresso, do teto de gastos. A Emenda Constitucional 86, que \u00e9 revogada pelo novo regime, previa um piso da sa\u00fade de 15% da RCL a partir de 2020. O acordo antecipou esse percentual para o pr\u00f3ximo ano. O piso da sa\u00fade envolve os recursos m\u00ednimos que devem ser aplicados em a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>LDO<\/strong><br \/>\nO Plen\u00e1rio rejeitou hoje os tr\u00eas destaques apresentados \u00e0 LDO que ainda estavam pendentes de vota\u00e7\u00e3o. Com isso, o Congresso concluiu a vota\u00e7\u00e3o do texto, que foi relatado pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT).<\/p>\n<p>A LDO 2017 fixa para o pr\u00f3ximo ano um deficit prim\u00e1rio de R$ 139 bilh\u00f5es ou 2,04% do Produto Interno Bruto (PIB) como meta fiscal do governo federal. Tamb\u00e9m estabelece meta de deficit de R$ 3 bilh\u00f5es para as estatais e de R$ 1,1 bilh\u00e3o para estados e munic\u00edpios. Assim, o deficit no conjunto do setor p\u00fablico (Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, inclu\u00eddas as estatais) totaliza em R$ 143,1 bilh\u00f5es (2,1% do PIB).<\/p>\n<p>CONTINUA:<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www2.camara.leg.br\/camaranoticias\/noticias\/ADMINISTRACAO-PUBLICA\/521476-ORCAMENTO-DE-2017-DESTINA-RECURSOS-PARA-VALE-CULTURA,-QUE-SERA-PRORROGADO-PELO-GOVERNO.html\">Or\u00e7amento de 2017 destina recursos para Vale-Cultura, que ser\u00e1 prorrogado pelo governo<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www2.camara.leg.br\/camaranoticias\/noticias\/ADMINISTRACAO-PUBLICA\/521477-NOVE-OBRAS-TEM-OS-RECURSOS-BLOQUEADOS-EM-2017-POR-IRREGULARIDADES.html\" target=\"_blank\">Nove obras t\u00eam os recursos bloqueados em 2017 por irregularidades<\/a><\/strong><\/p>\n<p>\u00cdNTEGRA DA PROPOSTA:<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.camara.gov.br\/internet\/sileg\/Prop_Detalhe.asp?id=2082207\" target=\"_blank\">PLN-2\/2016<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.camara.gov.br\/internet\/sileg\/Prop_Detalhe.asp?id=2110705\" target=\"_blank\">PLN-18\/2016<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia C\u00e2mara de Not\u00edcias 16\/12\/210<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Congresso Nacional aprovou, nesta quinta-feira (15), as duas normas que v\u00e3o reger as receitas e despesas de 2017. Primeiro foi conclu\u00edda a vota\u00e7\u00e3o do projeto da Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias ( LDO\u2013 PLN 2\/16), que estava pendente de tr\u00eas destaques\u00a0(todos foram rejeitados). 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