{"id":82459,"date":"2023-08-25T04:20:23","date_gmt":"2023-08-25T07:20:23","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=82459"},"modified":"2023-08-25T06:07:04","modified_gmt":"2023-08-25T09:07:04","slug":"taxa-negocial-x-contribuicao-sindical-uol-esclarece-em-reportagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2023\/08\/25\/taxa-negocial-x-contribuicao-sindical-uol-esclarece-em-reportagem\/","title":{"rendered":"Taxa negocial x contribui\u00e7\u00e3o sindical: UOL esclarece, em reportagem"},"content":{"rendered":"<div data-metric-area=\"topo-noticia\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"jupiter-headline mt-150-lg mt-100-xs body-container grid\" data-v-eb1a8c3a=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"headline-container\" data-v-eb1a8c3a=\"\">\n<div class=\"solar-headline size-default type-heading variant-default\" data-v-a100f5af=\"\" data-v-eb1a8c3a=\"\">\n<div data-v-a100f5af=\"\">\n<div class=\"content\" data-v-a100f5af=\"\">\n<div class=\"title-content\" data-v-a100f5af=\"\">\n<h6><em>Sob o t\u00edtulo o \u201cImposto sindical vai voltar? Entenda a taxa negocial defendida por centrais\u201d reportagem escrita pelo jornalista Carlos Juliano Barros, no portal UOL, nesta ter\u00e7a-feira (22), o tema do financiamento ou custeio da organiza\u00e7\u00e3o vem \u00e0 tona de forma correta. Ao contr\u00e1rio do que fez O Globo.<\/em><\/h6>\n<p>Na reportagem, o jornalista contextualiza o debate, explica a posi\u00e7\u00e3o do governo ouvindo o ministro do Trabalho, Luiz Marinho:<\/p>\n<p>\u201cEm nota, o MTE negou a ideia de ressuscitar a contribui\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria, extinta pela Reforma Trabalhista de 2017, e afirmou que o governo vem discutindo uma nova forma de financiamento dos sindicatos, \u2018vinculada ao processo negocial\u2019 com as empresas. Ainda segundo o texto, n\u00e3o h\u00e1 por enquanto uma defini\u00e7\u00e3o sobre o percentual dessa \u2018eventual contribui\u00e7\u00e3o\u2019\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>Posi\u00e7\u00e3o das centrais sindicais<\/strong><br \/>\n\u201cAs lideran\u00e7as sindicais sa\u00edram em defesa da chamada \u2018taxa negocial\u2019 \u2014 esp\u00e9cie de comiss\u00e3o paga \u00e0s entidades representativas pelas tratativas com os empregadores nas conven\u00e7\u00f5es coletivas. A defini\u00e7\u00e3o da porcentagem que caberia aos sindicatos se daria na mesma assembleia que votaria, por exemplo, o \u00edndice de reajuste salarial pedido pela categoria.\u201d<\/p>\n<p>Na reportagem h\u00e1, ainda, explica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e bem fundamentada sobre a experi\u00eancia de outros pa\u00edses sobre o tema:<\/p>\n<p>\u201cSegundo C\u00e1ssio Casagrande, procurador do MPT (Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho) e professor da UFF (Universidade Federal Fluminense), o instrumento da taxa negocial existe em diversos pa\u00edses, incluindo os Estados Unidos.\u201d<\/p>\n<p><strong>Debate no Supremo<\/strong><br \/>\n\u201cO tema, inclusive, est\u00e1 em discuss\u00e3o no STF (Supremo Tribunal Federal). Em abril, o ministro Gilmar Mendes alterou seu voto para acompanhar Lu\u00eds Roberto Barroso e considerar constitucional a cobran\u00e7a da contribui\u00e7\u00e3o assistencial aos n\u00e3o sindicalizados, desde que assegurado o \u2018direito de oposi\u00e7\u00e3o\u2019 \u2014, quer dizer, de recusar o desconto.\u201d<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia DIAP 25\/08\/2023<\/strong><\/p>\n<hr>\n<p><strong>Leia a \u00edntegra da reportagem<\/strong><\/p>\n<h4 class=\"title\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Imposto sindical vai voltar? Entenda a taxa negocial defendida por centrais<\/strong><\/span><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mt-100 container grid\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"central-column col-lg-6\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"body-container\" data-v-3fe933da=\"\">\n<aside class=\"jupiter-read-aloud in-col mb-100\" data-v-fbba270a=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"top-container screen-call-to-action playback-unstarted layout-thin icon-style-none progress-linear\" aria-label=\"Player de leitura em voz alta\">\n<div class=\"player-container\">\n<div class=\"main-elements-container\">\n<div class=\"audio-wave\" aria-hidden=\"true\">Nesta segunda-feira (21), a not\u00edcia de que o Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE) estaria planejando a recria\u00e7\u00e3o do &#8220;imposto sindical&#8221;, com a tributa\u00e7\u00e3o de at\u00e9 1% da renda anual do trabalhador, ganhou destaque e rea\u00e7\u00f5es. As informa\u00e7\u00f5es foram publicadas originalmente pelo jornal O Globo.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<div class=\"jupiter-paragraph-fragment\" data-v-0d07b9f1=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<h4 class=\"bullet\"><strong>O que diz o governo?<\/strong><\/h4>\n<figure id=\"attachment_82461\" aria-describedby=\"caption-attachment-82461\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-82461 size-medium\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/luiz-marinho.jpg?resize=300%2C300\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/luiz-marinho.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/luiz-marinho.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/luiz-marinho.jpg?resize=420%2C420&amp;ssl=1 420w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/luiz-marinho.jpg?w=450&amp;ssl=1 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-82461\" class=\"wp-caption-text\">Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defende nova forma de financiamento de sindicatos Imagem: ALOISIO MAURICIO \/ FOTO ARENA\/ESTAD\u00c3O CONTE\u00daDO<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">Em nota, o MTE negou a ideia de ressuscitar a contribui\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria, extinta pela Reforma Trabalhista de 2017, e afirmou que o governo vem discutindo uma nova forma de financiamento dos sindicatos, &#8220;vinculada ao processo negocial&#8221; com as empresas. Ainda segundo o texto, n\u00e3o h\u00e1 por enquanto uma defini\u00e7\u00e3o sobre o percentual dessa &#8220;eventual contribui\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<aside class=\"campaign-container\" data-metric-slot=\"text-3\" data-v-0d07b9f1=\"\">\n<div class=\"my-250\" data-cp-id=\"123123123asfads\" data-v-1451e571=\"\" data-v-0d07b9f1=\"\">\n<div data-v-1451e571=\"\">\n<aside class=\"uolpd-video-inarticle my-150\" data-v-4a94e14e=\"\" data-v-1451e571=\"\">\n<div id=\"uolpd-video-inarticle\" data-v-4a94e14e=\"\">\n<div id=\"player-in-article\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-metric-area=\"texto-noticia\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"container grid\" data-v-3fe933da=\"\">\n<aside class=\"col-custom col-lg-3\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"stick campaign-container\" data-metric-slot=\"vertical-2-left\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"pb-100\" data-cp-id=\"asdf8adsf8sdfsdf8\" data-v-1451e571=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div data-v-1451e571=\"\">\n<div class=\"K3T-qbYR\" data-v-1451e571=\"\">\n<div class=\"solar-related-avatar type-vertical container\" data-v-282ccde3=\"\">\n<div class=\"NLoMI9Qc\" data-v-282ccde3=\"\">\n<div class=\"EzGWiVLv\"><strong style=\"color: #111111; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 19px;\">O que dizem as centrais sindicais?<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<div class=\"central-column col-lg-6\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"jupiter-paragraph-fragment\" data-v-0d07b9f1=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">J\u00e1 as lideran\u00e7as sindicais sa\u00edram em defesa da chamada &#8220;taxa negocial&#8221; \u2014 uma esp\u00e9cie de comiss\u00e3o paga \u00e0s entidades representativas pelas tratativas com os empregadores nas conven\u00e7\u00f5es coletivas. A defini\u00e7\u00e3o da porcentagem que caberia aos sindicatos se daria na mesma assembleia que votaria, por exemplo, o \u00edndice de reajuste salarial pedido pela categoria.<\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">Contudo, n\u00e3o est\u00e1 claro se a proposta do governo e das centrais \u00e9 de que o desconto da taxa negocial seja feito de forma obrigat\u00f3ria na folha de pagamento dos trabalhadores.<\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">&#8220;N\u00e3o queremos revogar a reforma de 2017 e n\u00e3o queremos a contribui\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria da forma como era&#8221;, afirma Ricardo Patah, presidente da Uni\u00e3o Geral dos Trabalhadores (UGT). &#8220;Mas n\u00e3o h\u00e1 pa\u00eds no mundo em que o movimento sindical viva somente da mensalidade [paga por seus associados]&#8221;, complementa.<\/p>\n<h4 class=\"bullet\"><strong>Taxa negocial n\u00e3o \u00e9 novidade<\/strong><\/h4>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">Segundo C\u00e1ssio Casagrande, procurador do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT) e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), o instrumento da taxa negocial existe em diversos pa\u00edses, incluindo os Estados Unidos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"container grid\" data-v-3fe933da=\"\">\n<aside class=\"col-custom col-lg-3\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"stick campaign-container\" data-metric-slot=\"vertical-3-left\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"pb-100\" data-cp-id=\"asdf89asd9f78asd9f8798asdf\" data-v-1451e571=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div data-v-1451e571=\"\">\n<div class=\"jupiter-ads\" data-v-1451e571=\"\">\n<section class=\"solar-ads main\" data-v-c2de9148=\"\">\n<div class=\"ads-content no-center\" data-v-c2de9148=\"\">\n<div id=\"offer-notice-jupiter-1\" class=\"offer-notice\" data-v-c2de9148=\"\" data-google-query-id=\"CNS8ts-t9oADFUGFlQIdnXkDvA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/8804\/uol\/offer\/economia_0__container__\">&#8220;Campanhas salariais t\u00eam custos altos com advogados, com material de comunica\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso achar uma fonte para bancar esses gastos&#8221;, afirma.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<div class=\"central-column col-lg-6\" data-v-3fe933da=\"\">\n<div class=\"jupiter-paragraph-fragment\" data-v-0d07b9f1=\"\" data-v-3fe933da=\"\">\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">Ainda de acordo com Casagrande, mesmo no Brasil, o conceito de taxa negocial n\u00e3o \u00e9 propriamente uma novidade. Essa hip\u00f3tese j\u00e1 estava prevista na legisla\u00e7\u00e3o mesmo antes da Reforma de 2017, na figura da chamada &#8220;contribui\u00e7\u00e3o assistencial&#8221;.<\/p>\n<h4 class=\"bullet\"><strong>Debate no STF<\/strong><\/h4>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">O tema, inclusive, est\u00e1 em discuss\u00e3o no Supremo Tribunal Federal (<a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/politica\/stf-supremo-tribunal-federal\/\">STF<\/a>). Em abril, o ministro Gilmar Mendes alterou seu voto para acompanhar Lu\u00eds Roberto Barroso e considerar constitucional a cobran\u00e7a da contribui\u00e7\u00e3o assistencial aos n\u00e3o sindicalizados, desde que assegurado o &#8220;direito de oposi\u00e7\u00e3o&#8221; \u2014 quer dizer, de recusar o desconto.<\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">Por causa do modelo atualmente em vigor, em que s\u00f3 \u00e9 permitido um sindicato por categoria por munic\u00edpio, os benef\u00edcios conquistados por uma entidade coletiva acabam se estendendo a todos os trabalhadores, inclusive \u00e0queles que n\u00e3o s\u00e3o oficialmente sindicalizados. Na avalia\u00e7\u00e3o de Casagrande, isso configura um desincentivo \u00e0 filia\u00e7\u00e3o aos sindicatos.<\/p>\n<p class=\"bullet\" data-v-0d07b9f1=\"\">&#8220;Quem n\u00e3o \u00e9 associado precisa dar algum tipo de contribui\u00e7\u00e3o, sen\u00e3o gera aquilo que os americanos chamam de &#8216;free rider&#8217; [o caroneiro], a pessoa que n\u00e3o paga nada e vai s\u00f3 na cola dos outros&#8221;, finaliza o procurador.<\/p>\n<p data-v-0d07b9f1=\"\"><strong>Cr\u00e9dito:&nbsp;Carlos Juliano Barros \/ Colunista do UOL &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 25\/08\/2023<\/strong><\/p>\n<hr>\n<div class=\"col-lg-12 mb-3\">\n<div class=\"row\">\n<h4 class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-750 display-6 display-md-4 display-lg-5 font-weight-bold alt-font text-center my-1\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Nova contribui\u00e7\u00e3o sindical n\u00e3o ser\u00e1 obrigat\u00f3ria, diz Marinho<\/strong><\/span><\/h4>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"col-xl-7 offset-xl-1 col-lg-8 offset-lg-0 col-md-10 offset-md-1 mb-3\">\n<div class=\"post-item alt-font\">\n<div class=\"post-item-wrap\">\n<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quinta-feira (28) que um grupo de trabalho envolvendo centrais sindicais, representantes de organiza\u00e7\u00f5es patronais e do governo est\u00e3o construindo uma proposta para criar uma contribui\u00e7\u00e3o financeira para as entidades sindicais.<img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?w=696&#038;ssl=1\"><\/p>\n<p>&#8220;Um pa\u00eds democr\u00e1tico pressup\u00f5e ter sindicatos representativos e fortes. Para isso, \u00e9 preciso ter condi\u00e7\u00f5es&#8221;, disse o ministro em entrevista ao programa&nbsp;<em>A Voz do Brasil<\/em>, transmitido pela&nbsp;Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o (EBC).<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que a contribui\u00e7\u00e3o esteja vinculada \u00e0s negocia\u00e7\u00f5es de acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivas de trabalho, negociada entre sindicatos de empregadores e de trabalhadores. A medida valeria para as entidades patronais e para as de trabalhadores, e s\u00f3 entraria em vigor se aprovada em assembleias pelas respectivas categorias.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>&#8220;Tanto o sindicato de empregadores, como o sindicato de empregadores podem sugerir, reivindicar junto \u00e0 sua categoria, a aprova\u00e7\u00e3o de uma contribui\u00e7\u00e3o negocial, por conta da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o do acordo coletivo de trabalho. Agora, as assembleias podem n\u00e3o aprovar. Portanto, n\u00e3o \u00e9 compuls\u00f3rio, ele \u00e9 um processo de constru\u00e7\u00e3o coletiva e ambiente coletivo se decide coletivamente e n\u00e3o individualmente. Se a assembleia rejeitar, nada se cobra&#8221;, explicou Marinho.<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o ministro, a proposta em discuss\u00e3o nada tem a ver com o antigo imposto sindical, extinto pela reforma trabalhista aprovada em 2017, durante o governo do ex-presidente Michel Temer. O modelo anterior era no formato de imposto e recolhido anualmente a partir do desconto de um dia de trabalho dos empregados com carteira assinada. O formato da nova contribui\u00e7\u00e3o prev\u00ea um teto m\u00e1ximo de at\u00e9 1% da renda anual do trabalhador. &#8220;Esse \u00e9 o teto, mas assembleia pode decidir que \u00e9 0,5%, \u00e9 0,25%, pode decidir que \u00e9 nada&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da aprova\u00e7\u00e3o de uma nova contribui\u00e7\u00e3o negocial para entidades sindicais, o grupo de trabalho tripartite, criado pelo governo federal, vai propor regras de transpar\u00eancia para as organiza\u00e7\u00f5es sindicais, que devem incluir limite de mandatos e regras de presta\u00e7\u00e3o de contas. A expectativa do ministro Luiz Marinho \u00e9 que uma proposta seja apresentada em cerca de 15 dias, para ser levada ao presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva.<\/p>\n<p>&#8220;O que o governo faz \u00e9 estabelecer um di\u00e1logo tripartite, com trabalhadores e empregadores, provocar o debate entre eles, em especial, que eles ofere\u00e7am ao governo, para ser submetida \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o do presidente Lula. E, posteriormente, colocar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Congresso Nacional, que \u00e9 quem d\u00e1&nbsp;sempre a palavra final em qualquer pol\u00edtica p\u00fablica&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil de Not\u00edcias 25\/08\/2023<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_12030\" aria-describedby=\"caption-attachment-12030\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12030 size-full\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=696%2C412\" alt=\"\" width=\"696\" height=\"412\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=1024%2C607&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=768%2C455&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=1536%2C911&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=2048%2C1215&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=696%2C413&amp;ssl=1 696w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=1392%2C826&amp;ssl=1 1392w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=1068%2C633&amp;ssl=1 1068w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=1920%2C1139&amp;ssl=1 1920w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=708%2C420&amp;ssl=1 708w, https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Imposto-Sindical-Aqui-N%C3%A3o.jpg?resize=1416%2C840&amp;ssl=1 1416w\" sizes=\"auto, (max-width: 696px) 100vw, 696px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-12030\" class=\"wp-caption-text\">Imagem dispon\u00edvel na internet<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sob o t\u00edtulo o \u201cImposto sindical vai voltar? Entenda a taxa negocial defendida por centrais\u201d reportagem escrita pelo jornalista Carlos Juliano Barros, no portal UOL, nesta ter\u00e7a-feira (22), o tema do financiamento ou custeio da organiza\u00e7\u00e3o vem \u00e0 tona de forma correta. Ao contr\u00e1rio do que fez O Globo. Na reportagem, o jornalista contextualiza o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":82462,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-82459","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/custeio-sindical.jpg?fit=1280%2C720&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82459","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82459"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82459\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":82467,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82459\/revisions\/82467"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82462"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82459"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82459"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82459"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}