{"id":84573,"date":"2023-11-27T04:36:39","date_gmt":"2023-11-27T07:36:39","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=84573"},"modified":"2023-11-27T04:36:39","modified_gmt":"2023-11-27T07:36:39","slug":"montadoras-chinesas-derrubam-precos-de-carros-no-brasil-e-ganham-participacao-no-mercado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2023\/11\/27\/montadoras-chinesas-derrubam-precos-de-carros-no-brasil-e-ganham-participacao-no-mercado\/","title":{"rendered":"Montadoras chinesas derrubam pre\u00e7os de carros no Brasil e ganham participa\u00e7\u00e3o no mercado"},"content":{"rendered":"<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Com a estrat\u00e9gia da<strong>&nbsp;China&nbsp;<\/strong>de expandir sua ind\u00fastria automobil\u00edstica para pa\u00edses onde n\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es \u00e0 sua entrada, como nos&nbsp;<strong>Estados Unidos<\/strong>&nbsp;e na&nbsp;<strong>Europa<\/strong>, companhias chinesas chegaram ao<strong>&nbsp;Brasil&nbsp;<\/strong>com an\u00fancios de altos investimentos e pre\u00e7os competitivos, levando marcas tradicionais a reduzirem os valores de seus produtos para n\u00e3o perderem mercado.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Num mercado em que sete das dez maiores fabricantes de autom\u00f3veis perderam fatias de venda entre janeiro e outubro comparado a igual per\u00edodo de 2022, BYD e GWM conquistaram 1,2% de participa\u00e7\u00e3o. As duas est\u00e3o \u00e0 frente de marcas tradicionais como Volvo, Audi e Mercedes-Benz (<em>ver quadro<\/em>).<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Ambas atuam apenas com carros h\u00edbridos e el\u00e9tricos, nicho em que s\u00e3o respons\u00e1veis por 24% das vendas neste ano, que somam 67 mil unidades, 36% a mais do que em 2022. O mercado total cresceu 9,5%, para 1,37 milh\u00e3o de unidades. A GWM iniciou vendas em maio e a BYD entrou no segmento de autom\u00f3veis com um modelo em dezembro de 2021.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">\u201cNosso objetivo \u00e9&nbsp;<strong>estar nas primeiras posi\u00e7\u00f5es no ranking geral de vendas<\/strong>&nbsp;de carros no Brasil j\u00e1 nos pr\u00f3ximos anos e, para isso, teremos de ocupar o espa\u00e7o das montadoras que hoje est\u00e3o na nossa frente no volume de vendas\u201d, afirma Alexandre Baldy, conselheiro especial da BYD.<\/p>\n<div class=\"styles__EmbedWrapper-fdtc5v-0 eUGZHB embed-wrapper\">\n<div class=\"embed-container\">\n<div class=\"embed-container\"><iframe id=\"datawrapper-chart-d63eW\" title=\"Disputa\" src=\"https:\/\/datawrapper.dwcdn.net\/d63eW\/5\/\" height=\"1036\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" aria-label=\"Table\" data-external=\"1\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Mundialmente, a BYD est\u00e1 perto de ultrapassar a&nbsp;<strong>Tesla<\/strong>&nbsp;em vendas de carros el\u00e9tricos. Juntando os h\u00edbridos, a marca j\u00e1 \u00e9 l\u00edder em eletrificados. No Brasil, o grupo comprou a f\u00e1brica antes ocupada pela Ford, na Bahia, e iniciar\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de modelos h\u00edbridos e el\u00e9tricos no fim de 2024 ou in\u00edcio de 2025. O investimento em tr\u00eas unidades produtivas, incluindo uma de caminh\u00f5es e \u00f4nibus, \u00e9 de R$ 3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">S\u00f3 com modelos importados da matriz, a BYD j\u00e1 movimentou a concorr\u00eancia. Seu hatch el\u00e9trico Dolphin come\u00e7ou a ser vendido em julho por R$ 149,8 mil e teve 3 mil encomendas, entregues nos tr\u00eas meses seguintes. Junto com outros modelos, vendeu 8.782 autom\u00f3veis at\u00e9 outubro, segundo dados da&nbsp;<strong>Federa\u00e7\u00e3o Nacional da Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores (Fenabrave)<\/strong>.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Logo ap\u00f3s a chegada do Dolphin, foi desencadeado um movimento de baixa de pre\u00e7os dos concorrentes diretos. O Renault Kwid E-Tech, que custava R$ 150 mil, teve o pre\u00e7o reduzido em R$ 10 mil em agosto e, neste m\u00eas, em mais R$ 16,5 mil, sendo oferecido agora a R$ 123,5 mil.<\/p>\n<figure class=\"styles__FigureImageWrapper-b6bp58-0 fxxVdB figure-image-wrapper  \">\n<div class=\"figure-image-container\">\n<figure style=\"width: 936px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.estadao.com.br\/resizer\/0xXJp8Tzci2rVftRGJJeDL8nA9c%3D\/936x0\/filters%3Aformat%28jpg%29%3Aquality%2880%29\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YHD2LUAUSRF7PC7QCP5A45PYG4.jpg?resize=696%2C347&#038;ssl=1\" alt=\"BYD Dolphin, importado da China, levou concorrentes a baixarem pre\u00e7os\" width=\"696\" height=\"347\" data-srcset=\"\/resizer\/xMTi9zFRFr6I97P8bCkxNcAYOQo=\/380x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YHD2LUAUSRF7PC7QCP5A45PYG4.jpg 768w, \/resizer\/h6gSY0K4Aj8p1YivzBXOkzTiBE4=\/768x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YHD2LUAUSRF7PC7QCP5A45PYG4.jpg 1024w, \/resizer\/0xXJp8Tzci2rVftRGJJeDL8nA9c=\/936x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YHD2LUAUSRF7PC7QCP5A45PYG4.jpg 1322w\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">BYD Dolphin, importado da China, levou concorrentes a baixarem pre\u00e7os Foto: Wagner Aquino\/Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Tamb\u00e9m ficaram mais baratos o JAC JSI, de R$ 146 mil para R$ 136 mil em duas redu\u00e7\u00f5es, e o Caoa\/Chery iCar, de R$ 150 mil para R$ 120 mil. A disputa nessa faixa est\u00e1 se acirrando com a chegada recente GWM Ora 3, que custa de R$ 150 mil a R$ 184 mil na vers\u00e3o mais esportiva que come\u00e7a a ser entregue nesta semana.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">A GWM adquiriu a planta da Mercedes-Benz em Iracem\u00e1polis (SP) e vai iniciar produ\u00e7\u00e3o em maio do pr\u00f3ximo ano com um modelo h\u00edbrido flex e, futuramente, el\u00e9tricos. O grupo anunciou aportes de R$ 10 bilh\u00f5es. Al\u00e9m do Ora 3, a marca vende o SUV Haval H6 por pre\u00e7os que v\u00e3o de R$ 214 mil (h\u00edbrido) a R$ 315 mil (h\u00edbrido plug-in). Vendeu, em cinco meses, 7.324 autom\u00f3veis.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">O SUV chin\u00eas tamb\u00e9m levou as concorrentes a baixarem pre\u00e7os de modelos h\u00edbridos j\u00e1 produzidos no Pa\u00eds e utilit\u00e1rios-esportivos a combust\u00e3o da mesma faixa. O Corolla Cross h\u00edbrido XRX, fabricado no Brasil, tinha pre\u00e7o de tabela sugerido de R$ 211 mil em setembro, mas era oferecido aos consumidores por R$ 200,4 mil, segundo lojistas. O Compass S, da Jeep, custava na tabela sugerida R$ 233,8 mil em maio, mas nas lojas sa\u00eda por R$ 221,8 mil. Em setembro era oferecido a R$ 201,8 mil.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">\u201cFizemos nossa estreia no mercado brasileiro com um SUV (<em>Haval H6<\/em>) com muita tecnologia, multim\u00eddia e itens de seguran\u00e7a, coisas que o consumidor gosta, e com pre\u00e7o bom\u201d, diz Ricardo Bastos, diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da GWM. \u201cAcabamos incomodando (<em>outras marcas<\/em>) porque chegamos precificando o mercado e&nbsp;<strong>elas tiveram de baixar seus pre\u00e7os<\/strong>.\u201d<\/p>\n<figure class=\"styles__FigureImageWrapper-b6bp58-0 fxxVdB figure-image-wrapper  \">\n<div class=\"figure-image-container\">\n<figure style=\"width: 936px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.estadao.com.br\/resizer\/Fn3yB-LrpQ4QgIpkFBrl5MffmdU%3D\/936x0\/filters%3Aformat%28jpg%29%3Aquality%2880%29\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YEPG47FFPZAGRGBCAAMZKTZAVQ.jpg?resize=696%2C428&#038;ssl=1\" alt=\"GWM Haval H6, tamb\u00e9m chin\u00eas, acirrou disputa entre os SUVs\" width=\"696\" height=\"428\" data-srcset=\"\/resizer\/h2C_cBMy7A4qHzthBuzULkARXSI=\/380x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YEPG47FFPZAGRGBCAAMZKTZAVQ.jpg 768w, \/resizer\/n83P-WXsawOZbyQXsZI_H6ZjPAk=\/768x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YEPG47FFPZAGRGBCAAMZKTZAVQ.jpg 1024w, \/resizer\/Fn3yB-LrpQ4QgIpkFBrl5MffmdU=\/936x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/YEPG47FFPZAGRGBCAAMZKTZAVQ.jpg 1322w\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">GWM Haval H6, tamb\u00e9m chin\u00eas, acirrou disputa entre os SUVs Foto: Daniel Teixeira\/Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/figure>\n<div class=\"styles__IntertitleWrapper-sc-1mcv1te-0 iOVxiD intertitle-wrapper \">\n<h4><strong>Imposto de Importa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Bastos, que tamb\u00e9m preside Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Ve\u00edculo El\u00e9trico (ABVE), avalia que a volta do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o a partir de janeiro, ainda que gradual, vai levar as empresas a aumentarem os pre\u00e7os dos modelos importados.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Com isso, todas as marcas que alteraram suas tabelas tamb\u00e9m v\u00e3o retomar os pre\u00e7os anteriores. \u201cVai haver uma corre\u00e7\u00e3o geral de pre\u00e7os, inclusive de modelos a combust\u00e3o fabricados no Pa\u00eds\u201d, afirma Bastos.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Besaliel Botelho, membro do conselho da Bright Consulting e ex-presidente da Bosch Am\u00e9rica do Sul, tem outra avalia\u00e7\u00e3o. \u201cA pol\u00edtica de exporta\u00e7\u00e3o da China n\u00e3o tem nada a ver com impostos; eles v\u00e3o continuar baixando pre\u00e7os porque<strong>&nbsp;querem dominar o mercado brasileiro<\/strong>\u201d, diz.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">O imposto para carros importados \u00e9 de 35% mas, para os el\u00e9tricos, est\u00e1 zerado desde 2015. J\u00e1 os h\u00edbridos s\u00e3o taxados em at\u00e9 4%. A partir de janeiro, haver\u00e1 um retorno gradual, come\u00e7ando com 10% para os el\u00e9tricos at\u00e9 chegar aos 35% em julho de 2026. Para os h\u00edbridos, a taxa partir\u00e1 de 15% e, para os h\u00edbridos-plug-in, de 12%. Ambos tamb\u00e9m alcan\u00e7ar\u00e3o a al\u00edquota cheia em julho de 2026.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">No in\u00edcio do m\u00eas, ao apresentar o balan\u00e7o do setor automotivo de outubro, o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea), M\u00e1rcio de Lima Leite, creditou a queda da produ\u00e7\u00e3o ao aumento das importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">De janeiro a outubro, as importa\u00e7\u00f5es de ve\u00edculos cresceram 27% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo de 2022, ou 57,6 mil unidades. A produ\u00e7\u00e3o caiu 0,6%, para 1,95 milh\u00e3o de unidades, enquanto as vendas aumentaram 9,7%, somando 1,85 milh\u00e3o de ve\u00edculos.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">\u201c<strong>As importa\u00e7\u00f5es inibem investimentos no Pa\u00eds<\/strong>, pois enquanto tiver imposto zero para carros de fora, ningu\u00e9m vai querer produzir aqui\u201d, diz Leite, que defende a volta da cobran\u00e7a integral do Imposto de Importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">As exporta\u00e7\u00f5es do setor ca\u00edram 12,8% nos dez meses do ano, com perdas principalmente para Argentina, Chile e Col\u00f4mbia. \u201cSe tiv\u00e9ssemos menos importa\u00e7\u00f5es ou mantido o ritmo de exporta\u00e7\u00e3o do ano passado, ter\u00edamos mais 60 mil unidades produzidas no Brasil\u201d, diz Leite.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-rhi54a-0 gsXpUS  \">Nos \u00faltimos meses, o presidente da Anfavea tem manifestado preocupa\u00e7\u00e3o com o aumento de carros chineses chegando ao Pa\u00eds, especialmente de modelos el\u00e9tricos e h\u00edbridos.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Cleide Silva \/ O Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 27\/11\/2023<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a estrat\u00e9gia da&nbsp;China&nbsp;de expandir sua ind\u00fastria automobil\u00edstica para pa\u00edses onde n\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es \u00e0 sua entrada, como nos&nbsp;Estados Unidos&nbsp;e na&nbsp;Europa, companhias chinesas chegaram ao&nbsp;Brasil&nbsp;com an\u00fancios de altos investimentos e pre\u00e7os competitivos, levando marcas tradicionais a reduzirem os valores de seus produtos para n\u00e3o perderem mercado. 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