{"id":86832,"date":"2024-02-23T04:20:12","date_gmt":"2024-02-23T07:20:12","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=86832"},"modified":"2024-02-23T06:36:00","modified_gmt":"2024-02-23T09:36:00","slug":"quais-setores-serao-beneficiados-pelo-plano-nova-industria-brasil-do-governo-federal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2024\/02\/23\/quais-setores-serao-beneficiados-pelo-plano-nova-industria-brasil-do-governo-federal\/","title":{"rendered":"Quais setores ser\u00e3o beneficiados pelo plano Nova Ind\u00fastria Brasil do governo federal"},"content":{"rendered":"<h6><em><strong>Empresas e segmentos ligados a m\u00e1quinas e equipamentos devem ter ganhos com o programa e puxar o setor de siderurgia, com o aumento da demanda de a\u00e7o<\/strong><\/em><\/h6>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">A pol\u00edtica do governo federal&nbsp;Nova Ind\u00fastria Brasil,&nbsp;que prev\u00ea financiamento de R$ 300 bilh\u00f5es para a ind\u00fastria nacional at\u00e9 2026, tende a favorecer fabricantes de m\u00e1quinas e equipamentos. Consequentemente, as sider\u00fargicas, que est\u00e3o numa etapa antes nessa cadeia produtiva, tamb\u00e9m sair\u00e3o ganhando. J\u00e1 os bancos mais focados em atacado podem sofrer um vento contr\u00e1rio caso o&nbsp;Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) ganhe maior relev\u00e2ncia com o plano.<\/p>\n<div class=\"styles__MultiParagraphAdStyled-sc-1yb8ue6-0 dArwXb\">\n<div class=\"paragraph\">\n<p>Entre os cinco segmentos que receber\u00e3o incentivos no plano industrial est\u00e3o m\u00e1quinas para produ\u00e7\u00e3o de agricultura familiar e em larga escala; mobilidade el\u00e9trica e cadeia de fornecimento de baterias; transforma\u00e7\u00e3o digital para aumentar a produtividade industrial; bioeconomia, descarboniza\u00e7\u00e3o e&nbsp;transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica; e tecnologias para a soberania e defesa nacional.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, as empresas que devem ser beneficiadas pelo plano est\u00e3o WEG, Marcopolo, Tupy,&nbsp;Embraer,&nbsp;Mills,&nbsp;Randon&nbsp;e&nbsp;Aeris, segundo relat\u00f3rios de&nbsp;Bradesco&nbsp;e&nbsp;XP.<\/p>\n<p>\u201cPara a WEG, vemos a empresa potencialmente se beneficiando de m\u00faltiplas iniciativas&nbsp; <em>(como \u00f4nibus el\u00e9tricos, automa\u00e7\u00e3o industrial, energia limpa)<\/em>, enquanto para empresas de Autope\u00e7as&nbsp;<em>(como Marcopolo, Randon e Tupy)<\/em> e Aeris vemos benef\u00edcios mais pontuais\u201d, afirmam os analistas da XP Lucas Laghi, Fernanda Urbano, e Guilherme Nippes.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"styles__ListaRecomendadasStyled-sc-1ambvjo-0 bSXLmn\">\n<div class=\"slick-slider post-slider slick-initialized\">\n<div class=\"slick-list\">\n<div class=\"slick-track\">\n<div class=\"slick-slide slick-active\" tabindex=\"-1\" data-index=\"3\" aria-hidden=\"false\">\n<div>\n<p>Pegando carona, as sider\u00fargicas tamb\u00e9m podem se beneficiar com um potencial aumento de demanda por a\u00e7o para atender as empresas de equipamentos, diz a estrategista-chefe do Inter, Gabriela Joubert, ao <em>Estad\u00e3o\/Broadcast<\/em>. Dentro disso, Gerdau e CSN &#8211; que s\u00e3o mais \u201cpulverizadas\u201d e t\u00eam clientes de diversos setores &#8211; est\u00e3o melhor posicionadas, enquanto Usiminas fica em segundo plano por depender mais do setor automotivo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">\u201cA siderurgia \u00e9 uma ind\u00fastria de base, o que significa que \u00e9 base para todas as outras ind\u00fastrias do Pa\u00eds. Como o programa visa a beneficiar a ind\u00fastria como um todo e esses subsetores s\u00e3o clientes em comum das sider\u00fargicas, ent\u00e3o podemos ver uma demanda maior por produtos de a\u00e7o\u201d, afirma Joubert.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">O CEO da&nbsp;Gerdau,&nbsp;Gustavo Werneck, considera que a Nova Ind\u00fastria Brasil amplia o leque de oportunidades de desenvolvimento da economia do Pa\u00eds e de retomada da industrializa\u00e7\u00e3o nacional, incluindo o setor de a\u00e7o. \u201cA atividade produtiva brasileira est\u00e1 perdendo relev\u00e2ncia e competitividade e n\u00e3o existe um pa\u00eds pr\u00f3spero sem uma ind\u00fastria forte. Por isso, a nova pol\u00edtica industrial \u00e9 um acerto do governo em fortalecer um setor t\u00e3o importante e que passa por muitos desafios\u201d, diz o executivo.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">Werneck menciona ainda que o financiamento de iniciativas de inova\u00e7\u00e3o e tecnologia verde e sustentabilidade podem desempenhar a descarboniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de a\u00e7o, vista pelo CEO como um elemento essencial para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es do planeta, \u201cpois&nbsp;<em>(a commodity)<\/em>&nbsp;est\u00e1 presente nas p\u00e1s e\u00f3licas e ve\u00edculos el\u00e9tricos, por exemplo, al\u00e9m de ser um material 100% e infinitamente recicl\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">Junto da Nova Ind\u00fastria Brasil, Werneck diz ainda que h\u00e1 expectativas sobre o in\u00edcio do Novo PAC (Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento), relan\u00e7ado no ano passado pelo presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva. \u201cCom isso, h\u00e1 no \u00e2mbito da digitaliza\u00e7\u00e3o um grande empenho em destravar a ind\u00fastria 4.0, que hoje \u00e9 utilizada por cerca de 23,5% das empresas do setor, mas que, pelas metas do programa, pode ser implementada por 90% das ind\u00fastrias, trazendo ainda mais ganhos, cria\u00e7\u00e3o de novas tecnologias e capacita\u00e7\u00e3o profissional\u201d, afirma o executivo.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">O ponto de aten\u00e7\u00e3o, segundo Joubert, \u00e9 que ainda h\u00e1 percal\u00e7os no setor sider\u00fargico no que diz respeito \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de a\u00e7o, que vem crescendo muito. \u201c\u00c9 um a\u00e7o que chega mais barato, muitas vezes subsidiado. Ent\u00e3o pode ser que essa nova demanda seja atendida por a\u00e7o importado e n\u00e3o interno\u201d, pondera a estrategista do Inter.<\/p>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">O Citi afirmou, em relat\u00f3rio recente, que a demanda brasileira de a\u00e7o cresceu 3,7% em 2023, mas que ela foi atendida por importa\u00e7\u00f5es que aumentaram 50% e fizeram os embarques dom\u00e9sticos recuarem 4%. Para 2024, a expectativa do banco \u00e9 de que a demanda cres\u00e7a cerca de 2% em 2024, com os embarques dom\u00e9sticos aumentando em cerca de 3% e a capacidade permanecendo est\u00e1vel.<\/p>\n<div class=\"styles__IntertitleWrapper-vje7ac-0 ljtoMi intertitle-wrapper \">\n<h4><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Bancos de atacado<\/strong><\/span><\/h4>\n<\/div>\n<p class=\"styles__ParagraphStyled-sc-6adecn-0 dvANKb \">J\u00e1 os bancos mais focados em atacado, como Ita\u00fa, BTG Pactual e Banco ABC, podem ter o novo plano de governo como um vento contr\u00e1rio caso o BNDES ganhe mais relev\u00e2ncia, segundo o JPMorgan, com receio de que ocorram distor\u00e7\u00f5es no mercado.<\/p>\n<div class=\"styles__MultiParagraphAdStyled-sc-1yb8ue6-0 dArwXb\">\n<div class=\"paragraph\">\n<p>Do valor total de R$ 300 bilh\u00f5es do plano, a expectativa \u00e9 que R$ 250 bilh\u00f5es venham do BNDES. \u201cLembramos que o BNDES j\u00e1 havia mencionado a mudan\u00e7a de elevar de 1% para 2% a participa\u00e7\u00e3o no PIB e o plano j\u00e1 inclui R$ 77,5 bilh\u00f5es desembolsados do BNDES e da Finep em 2023. Com isso, o real poder de fogo entre 2024-2026 gira em torno de R$ 70 bilh\u00f5es desembolsados por ano, o que n\u00e3o \u00e9 uma grande mudan\u00e7a e est\u00e1 dentro da mensagem de acelera\u00e7\u00e3o anterior. Ainda assim, temos uma primeira abordagem cautelosa\u201d, afirmam os analistas Yuri R Fernandes, Guilherme Grespan, Marlon Medina, e Fernanda Sayao, em relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Procuradas, CSN e Usiminas n\u00e3o se pronunciaram sobre o assunto.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito: Caroline Aragaki \/ O Estrado de S\u00e3o Paulo &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 23\/02\/2024<\/strong><\/p>\n<hr>\n<h4 class=\"documentFirstHeading\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Nova Ind\u00fastria Brasil ganha refor\u00e7o com nova gest\u00e3o da ABDI<\/span><\/strong><\/h4>\n<div class=\"documentDescription\">Ricardo Capelli toma posse na Ag\u00eancia e promete mobilizar toda sua equipe para o sucesso da NIB; Em discurso, Geraldo Alckmin refor\u00e7ou necessidade de ampliar competitividade e atrair investimento<\/div>\n<div id=\"viewlet-above-content-body\">\n<div class=\"swiper-container swiper-container-horizontal\">\n<div class=\"swiper-wrapper\">\n<div class=\"swiper-slide\">\n<div class=\"swiper-player aspect-16-9\">\n<div class=\"swiper-image-wrapper\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"swiper-slide swiper-slide-prev\">\n<div class=\"swiper-player aspect-16-9\">\n<div class=\"swiper-image-wrapper\">A Nova Ind\u00fastria Brasil ganhou um importante refor\u00e7o nesta quinta-feira (22). O novo presidente da Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Ricardo Capelli, empossado no cargo pela manh\u00e3, se comprometeu em discurso a colocar toda a estrutura da ag\u00eancia para contribuir com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, Geraldo Alckmin, na implanta\u00e7\u00e3o efetiva da nova pol\u00edtica industrial.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-core\">\n<div id=\"parent-fieldname-text\" class=\"\">\n<p>\u201cA partir de hoje, Vossa Excel\u00eancia conta com todos os servidores da ABDI (&#8230;) a, no dia 22 de abril, entregar metas e fazer tamb\u00e9m o monitoramento de resultados (da NIB)\u201d, afirmou Capelli.&nbsp; A ABDI ser\u00e1 parceira do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) nestas tarefas.<\/p>\n<p>Ao saudar o novo presidente da Ag\u00eancia, Alckmin repassou os principais eixos da nova pol\u00edtica \u2014 inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade, aumento da produtividade e da capacidade exportadora \u2014, e ressaltou alguns dos desafios que ela prop\u00f5e superar.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso agir nas causas do problema para que a ind\u00fastria ganhe competitividade e atraia investimento. Temos dois desafios: baixo investimento e baixa produtividade\u201d, destacou o ministro.&nbsp; Como exemplo de solu\u00e7\u00e3o, citou o programa Mover, que oferece incentivos para inova\u00e7\u00e3o e descarboniza\u00e7\u00e3o da cadeia de mobilidade. \u201cO programa, at\u00e9 agora, j\u00e1 atraiu R$ 55 bilh\u00f5es da ind\u00fastria automotiva. S\u00f3 a Volkswagen vai lan\u00e7ar 16 ve\u00edculos novos. Todas (as montadoras), praticamente, v\u00e3o investir\u201d, celebrou.<\/p>\n<p>Alckmin destacou, por fim, a import\u00e2ncia da energia limpa e o car\u00e1ter sustent\u00e1vel do programa. \u201cO Brasil \u00e9 campe\u00e3o da energia limpa, renov\u00e1vel, n\u00f3s podemos fazer hidrog\u00eanio verde, de baixo carbono, com energia hidr\u00e1ulica, e\u00f3lica, solar e biocombust\u00edveis\u201d.<\/p>\n<p>Defesa enf\u00e1tica da NIB \u2014 A cerim\u00f4nia de posse de Capelli foi marcada por fortes discursos em defesa da ind\u00fastria nacional. Cappelli sustentou a necessidade de uma pol\u00edtica industrial nacional com dados de um relat\u00f3rio mundial do Fundo Monet\u00e1rio Internacional emitido em janeiro deste ano que apontam a cria\u00e7\u00e3o, em 2023, de 2.500 novas pol\u00edticas industriais. &#8220;Isso \u00e9 velho?&#8221;, perguntou. &#8220;Os que criticam e chamam de velho querem colocar uma bola de ferro no p\u00e9 do Brasil na corrida em curso no mundo pela neoindustrializa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de compras p\u00fablicas com conte\u00fado nacional como instrumento de pol\u00edtica industrial, igualmente criticada por opositores, embora largamente executada na Am\u00e9rica do Norte, tamb\u00e9m foi defendida por Cappelli. &#8220;Qual \u00e9 a velha pol\u00edtica? A que em 1973 criou a Embrapa, que fez da agricultura brasileira, hoje, pot\u00eancia mundial? \u00c9 a pol\u00edtica que, em 1969, criou a Embraer e, junto com o ITA e com o CTA fez dela, hoje, a terceira maior empresa do setor no mundo?&#8221;, questionou, antes de assegurar o aux\u00edlio da ABDI no monitoramento e elabora\u00e7\u00e3o de metas e resultados da NIB.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o tem nada mais importante neste momento do que fazer o pa\u00eds voltar a se desenvolver, gerar emprego de qualidade, porque \u00e9 isso que vai fazer as pessoas acreditarem que a democracia melhora a vida delas. Quando a democracia se mostra incapaz de melhorar, as pessoas deixam de acreditar. E \u00e9 isso que a gente tem que entregar neste pa\u00eds&#8221;, completou.<i><\/i><\/p>\n<p><b>Oportunidades e Desafios<\/b><\/p>\n<p>As demais autoridades que integraram a mesa da cerim\u00f4nia representaram diferentes frentes de atua\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento nacional. O presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Bras\u00edlia (Fibra) e vice-presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), Jamal Jorge Bittar, celebrou a retomada do setor com a expectativa de um cen\u00e1rio crescentemente favor\u00e1vel que forne\u00e7a condi\u00e7\u00f5es para que a ind\u00fastria nacional se desenvolva e gere empregos. \u201c\u00c9 imposs\u00edvel trabalhar com taxas de juros que ainda s\u00e3o escorchantes\u201d, alertou. \u201cO brasileiro n\u00e3o quer viver de bolsa-fam\u00edlia, ele quer viver de trabalho, com boa renda, que s\u00e3o coisas que a ind\u00fastria promete\u201d.<\/p>\n<p>O papel do Estado no fomento \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o com olhos para a integra\u00e7\u00e3o sul-americana, por sua vez, foi lembrado pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, como elemento essencial ao desenvolvimento nacional. Ele destacou, tamb\u00e9m, a necessidade de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s micro e pequenas empresas e do cooperativismo para a economia nacional, setores integrados, segundo ele, por 15 milh\u00f5es de trabalhadores no MEI, 7,5 milh\u00f5es de empresas no Simples e 20,5 milh\u00f5es de trabalhadores organizados em cooperativas nesse pa\u00eds. \u201cO cooperativismo \u00e9 um modelo de neg\u00f3cio que tem tudo a ver com o presidente Lula e com o que estamos construindo. E n\u00f3s precisamos de pol\u00edticas de cr\u00e9dito e de apoio ao micro e pequeno empreendedorismo\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>As parcerias p\u00fablico-privadas em favor da ind\u00fastria foram lembradas pela ministra do Planejamento, &nbsp;Simone Tebet, como importantes alternativas para setor. \u201cS\u00f3 investimento privado n\u00e3o faz o Brasil crescer, gerar emprego e se desenvolver, mas s\u00f3 investimento p\u00fablico, tamb\u00e9m n\u00e3o\u201d, afirmou. \u201cNa parte de investimento privado, \u00e9 preciso olhar para o interior do interior do Brasil. \u00c9 preciso que as ind\u00fastrias cheguem nas fronteiras do pa\u00eds\u201d, disse, ressaltando a import\u00e2ncia da integra\u00e7\u00e3o sul-americana exemplificada pelo mercado argentino, terceiro maior parceiro comercial do Brasil. \u201cMais de 40% dos produtos semielaborados de tecnologia no Brasil n\u00f3s n\u00e3o exportamos para a Europa, n\u00f3s exportamos para a Am\u00e9rica do Sul e para a Am\u00e9rica Latina\u201d, revelou. \u201cSem crescimento n\u00f3s n\u00e3o temos desenvolvimento. Com desenvolvimento, n\u00f3s temos tudo\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;Tamb\u00e9m estiveram presentes \u00e0 cerim\u00f4nia de posse, entre outros, o ministro do Desenvolvimento e Assist\u00eancia Social, Fam\u00edlia e Combate \u00e0 Fome, Wellington Dias, o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, M\u00e1rcio Fran\u00e7a, o diretor-geral da Pol\u00edcia Federal, Andrei Rodrigues, os governadores do Maranh\u00e3o, Carlos Brand\u00e3o, do Esp\u00edrito Santo, Renato Casagrande, e da Para\u00edba, Jo\u00e3o Azev\u00eado, e o secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Prefeitura de S\u00e3o Paulo, Aldo Rebelo.<\/p>\n<p><strong>Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os 23\/02\/2024<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresas e segmentos ligados a m\u00e1quinas e equipamentos devem ter ganhos com o programa e puxar o setor de siderurgia, com o aumento da demanda de a\u00e7o A pol\u00edtica do governo federal&nbsp;Nova Ind\u00fastria Brasil,&nbsp;que prev\u00ea financiamento de R$ 300 bilh\u00f5es para a ind\u00fastria nacional at\u00e9 2026, tende a favorecer fabricantes de m\u00e1quinas e equipamentos. 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