{"id":88208,"date":"2024-04-23T04:30:49","date_gmt":"2024-04-23T07:30:49","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=88208"},"modified":"2024-04-23T05:09:54","modified_gmt":"2024-04-23T08:09:54","slug":"relatorio-traz-um-panorama-sobre-o-cenario-atual-do-setor-de-gas-natural-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2024\/04\/23\/relatorio-traz-um-panorama-sobre-o-cenario-atual-do-setor-de-gas-natural-no-brasil\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio traz um panorama sobre o cen\u00e1rio atual do setor de g\u00e1s natural no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><em><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Relat\u00f3rio do MDIC e do MBC, com condu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da FGV traz um panorama sobre o cen\u00e1rio atual do setor de g\u00e1s natural<\/strong><\/span><\/em><\/p>\n<p>Com o objetivo de aumentar a competitividade do setor de g\u00e1s natural, dar mais robustez para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e trazer harmoniza\u00e7\u00e3o para as regula\u00e7\u00f5es estaduais, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, Geraldo Alckmin, lan\u00e7ou, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC), um relat\u00f3rio de diagn\u00f3stico do setor de g\u00e1s natural no Brasil. O levantamento teve a condu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV), e foi disponibilizado nesta segunda-feira (22), na sede da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI),&nbsp;em&nbsp;Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>O tema em torno da abertura da ind\u00fastria do g\u00e1s natural tem gerado debates e transforma\u00e7\u00f5es h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada, mas ainda encontra um ambiente desafiador. O diagn\u00f3stico mostra que h\u00e1 um importante espa\u00e7o para avan\u00e7ar no segmento e aponta caminhos.<\/p>\n<p>\u201cNossos esfor\u00e7os para aprimorar as normas e ampliar a competitividade do setor de g\u00e1s natural t\u00eam como norte beneficiar os consumidores e o setor industrial. Com a melhoria do ambiente de neg\u00f3cios, ser\u00e1 poss\u00edvel aumentar investimentos e reduzir pre\u00e7os, afirmou o vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin.<\/p>\n<p>De acordo com Rog\u00e9rio Caiuby, conselheiro executivo do Movimento Brasil Competitivo, o documento contribuir\u00e1 para impulsionar o mercado de g\u00e1s. \u201cCom este diagn\u00f3stico, apresentamos a cadeia de valor do g\u00e1s e buscamos fornecer insumos claros e precisos que melhoram a compreens\u00e3o acerca das complexidades em torno do assunto e ainda contribuir para a evolu\u00e7\u00e3o da pauta. Este documento marca o in\u00edcio de um projeto conjunto para uma jornada de longo prazo que busca tornar este mercado mais competitivo e din\u00e2mico\u201d, comentou.<\/p>\n<p>Hoje 85% da produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural no pa\u00eds \u00e9 offshore, sendo 84% do pr\u00e9-sal.<br \/>\nAndrea Macera, secret\u00e1ria de Competividade e Pol\u00edtica Regulat\u00f3ria do MDIC, explica a import\u00e2ncia de se criar um ambiente competitivo para o g\u00e1s. \u201cAtualmente o setor de g\u00e1s natural apresenta desafios em todos os elos da cadeia produtiva. S\u00e3o quest\u00f5es que podemos entender melhor com este projeto conjunto. Com o diagn\u00f3stico em m\u00e3os, temos uma vis\u00e3o mais clara dos melhores caminhos a seguir e fazer isso de forma estrat\u00e9gica e coordenada para viabilizar o aumento de oferta do g\u00e1s natural a pre\u00e7os competitivos\u201d, observou Andrea.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico realizado pelas entidades analisa os avan\u00e7os percorridos e identifica desafios remanescentes. Dentre as recomenda\u00e7\u00f5es apontadas, o trabalho refor\u00e7a a import\u00e2ncia de monitorar o processo de reforma e dar mais transpar\u00eancia a indicadores relevantes, a exemplo do acesso de terceiros \u00e0s infraestruturas essenciais e do volume comercializado por consumidores livres na malha.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, a padroniza\u00e7\u00e3o de contratos e a simplifica\u00e7\u00e3o de acesso s\u00e3o instrumentos fundamentais para redu\u00e7\u00e3o de custos de transa\u00e7\u00e3o, sobretudo frente ao desafio de promover a comercializa\u00e7\u00e3o entre \u00e1reas de mercado ainda n\u00e3o integradas.<br \/>\nO documento apresentado nesta segunda-feira se alinha \u00e0s a\u00e7\u00f5es do Grupo de Trabalho (GT) do Programa G\u00e1s para Empregar, do MME, que concluiu as atividades neste m\u00eas e deve apresentar, na pr\u00f3xima reuni\u00e3o do Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE), o relat\u00f3rio detalhado para a promo\u00e7\u00e3o do melhor aproveitamento do g\u00e1s natural produzido no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cO acesso \u00e0 infraestrutura e a remunera\u00e7\u00e3o justa para o escoamento e processamento, associados a uma regula\u00e7\u00e3o firme e harm\u00f4nica entre as normas federais e estaduais, representam um passo adiante para a abertura do mercado de g\u00e1s natural, a cria\u00e7\u00e3o de centenas de milhares de empregos e desenvolvimento do nosso pa\u00eds\u201d, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.<\/p>\n<p><strong>HARMONIZA\u00c7\u00c3O DAS LEI&nbsp; &nbsp; <\/strong><\/p>\n<p>O relat\u00f3rio aponta que o caminho para a maior competitividade do mercado de g\u00e1s natural brasileiro tamb\u00e9m depende das transforma\u00e7\u00f5es nos arcabou\u00e7os regulat\u00f3rios estaduais, que demandam harmoniza\u00e7\u00e3o de regras para facilitar o acesso e a comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros da Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP) refletem a import\u00e2ncia desta pauta para o equil\u00edbrio financeiro do pa\u00eds. Os dados mostram que, em fevereiro deste ano, o pre\u00e7o do g\u00e1s vendido \u00e0s distribuidoras e aos consumidores livres (mercado n\u00e3o t\u00e9rmico) era aproximadamente 16% mais baixo nas regi\u00f5es Norte e Nordeste, em compara\u00e7\u00e3o com valor praticado no Sudeste, e 14% menor em rela\u00e7\u00e3o ao praticado no Sul e Centro-Oeste. Os menores pre\u00e7os praticados no Nordeste refletem uma maior abertura e diversidade de ofertantes, contribuindo para press\u00f5es competitivas.<\/p>\n<p>\u201cPara que o g\u00e1s possa desenvolver plenamente o seu potencial \u00e9 necess\u00e1rio o aprofundamento das regulamenta\u00e7\u00f5es trazidas pela nova lei do g\u00e1s, que acaba de completar tr\u00eas anos. A agenda regulat\u00f3ria \u00e9 extensa e ambiciosa, mas o seu enfrentamento \u00e9 crucial para destravar decis\u00f5es concretas de investimento, as quais est\u00e3o premidas pelo horizonte da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. A maior competitividade do g\u00e1s no pa\u00eds depende da continuidade do processo em curso e da articula\u00e7\u00e3o com as esferas estaduais. Esperamos que o presente projeto seja um importante aliado para somar esfor\u00e7os nesta dire\u00e7\u00e3o \u201c, destacou Jo\u00edsa Dutra, Diretora do Centro de Estudos de Regula\u00e7\u00e3o e Infraestrutura da FGV (FGV CERI).<br \/>\nEntre as medidas apresentadas para a redu\u00e7\u00e3o do Custo Brasil, quatro s\u00e3o dedicadas especificamente ao g\u00e1s natural: o aperfei\u00e7oamento da regula\u00e7\u00e3o de acesso \u00e0s infraestruturas essenciais do setor de g\u00e1s; o desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o no Brasil de g\u00e1s natural para pre\u00e7os mais competitivos; fim das barreiras \u00e0 entrada de novas empresas no mercado de g\u00e1s natural e fim das restri\u00e7\u00f5es \u00e0 figura do consumidor livre que imp\u00f5em barreiras \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de custos.<\/p>\n<p><strong>CURSO PARA REGULADORES E OBSERVAT\u00d3RIO&nbsp; &nbsp; <\/strong><\/p>\n<p>A necessidade de harmoniza\u00e7\u00e3o entre as regula\u00e7\u00f5es estaduais do g\u00e1s natural \u2014 apontada como um dos principais gargalos para impulsionamento do setor \u2014 levou o MDIC a lan\u00e7ar um curso de capacita\u00e7\u00e3o sobre a reestrutura\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria do g\u00e1s no Brasil.<\/p>\n<p>Voltado a reguladores das esferas federal e estadual, o curso, desenvolvido pela Secretaria de Competitividade e Pol\u00edtica Regulat\u00f3ria do MDIC, \u00e9 um esfor\u00e7o para alcan\u00e7ar o avan\u00e7o da qualidade regulat\u00f3ria no pa\u00eds. Durante as aulas, ser\u00e1 analisada a nova lei do g\u00e1s e as suas regulamenta\u00e7\u00f5es em curso sob as \u00f3ticas econ\u00f4mica, regulat\u00f3ria e da defesa da concorr\u00eancia; e o panorama das regula\u00e7\u00f5es estaduais, abordando temas afetos \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o do mercado livre.<\/p>\n<p>Assim como o diagn\u00f3stico, o curso \u00e9 fruto do Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica (ACT) assinado entre MDIC, Movimento Brasil Competitivo (MBC) e execu\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m est\u00e1 prevista, pelo acordo, a constru\u00e7\u00e3o do \u201cObservat\u00f3rio SCPR\/MDIC do Mercado de G\u00e1s Natural\u201d, com o intuito de acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do mercado. A ferramenta ir\u00e1 proporcionar mais transpar\u00eancia e previsibilidade para o setor e dever\u00e1 ser entregue em junho deste ano.<\/p>\n<p><strong>SOBRE O SETOR&nbsp; &nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>O setor de g\u00e1s natural vem crescendo exponencialmente nos \u00faltimos anos. Em 2023, o Brasil bateu recorde na produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural, com 150 milh\u00f5es de m\u00b3\/dia, 9% a mais do produzido em 2022, al\u00e9m de ter diminu\u00eddo em 20% as importa\u00e7\u00f5es do produto.<\/p>\n<p>&gt;&gt; Acesse aqui o estudo do processo de abertura da Ind\u00fastria do G\u00e1s Natural. <span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Reforma-do-Gas-Natural_Diagnostico_FGV-MBC.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Reforma-do-G\u00e1s-Natural_Diagnostico_FGV-MBC<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Fonte: Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do Movimento Brasil Competitivo (MBC ) &#8211; @ dispon\u00edvel na internet 23\/4\/2024<\/strong><\/p>\n<hr>\n<h4 class=\"documentFirstHeading\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Alckmin defende pente fino no pre\u00e7o do g\u00e1s para ampliar competitividade<\/strong><\/span><\/h4>\n<div id=\"viewlet-above-content-body\">\n<div id=\"media\">\n<figure style=\"width: 768px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.gov.br\/mdic\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2024\/abril\/alckmin-defende-pente-fino-no-preco-do-gas-para-ampliar-competitividade\/53672235303_336ffa0c9f_c.jpg\/%40%40images\/d7b3d1be-ced1-418f-86af-5ae16d9660e2.jpeg?resize=696%2C464&#038;ssl=1\" alt=\"G\u00e1s\" width=\"696\" height=\"464\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">&#8211; Foto: Gabriel Lemes\/MDIC<\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"discreet\">O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, Geraldo Alckmin, defendeu nesta segunda-feira (22) a realiza\u00e7\u00e3o de um pente fino para a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do g\u00e1s natural no pa\u00eds. A afirma\u00e7\u00e3o ocorreu durante a entrega de um diagn\u00f3stico sobre a abertura do mercado de g\u00e1s natural no Brasil, realizado pelo MDIC em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-core\">\n<div id=\"parent-fieldname-text\" class=\"\">\n<p>O documento traz a an\u00e1lise do atual cen\u00e1rio nacional e aponta oportunidades e diretrizes para tornar o g\u00e1s brasileiro mais competitivo no panorama internacional.<\/p>\n<p>\u201cQuando voc\u00ea tem uma equa\u00e7\u00e3o muito dif\u00edcil, n\u00e3o tem bala de prata. \u00c9 uma cesta de quest\u00f5es. Tem que pegar o pre\u00e7o do g\u00e1s e fazer um pente fino nele\u201d, afirmou o vice-presidente, que prometeu se debru\u00e7ar no documento elaborado pela FGV para conhecer os caminhos propostos.<\/p>\n<p>A agenda faz parte da estrat\u00e9gia de redu\u00e7\u00e3o do Custo Brasil, que dedica quatro medidas especificamente ao g\u00e1s natural: o aperfei\u00e7oamento da regula\u00e7\u00e3o de acesso \u00e0s infraestruturas essenciais do setor de g\u00e1s; o desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o no Brasil de g\u00e1s natural para pre\u00e7os mais competitivos; fim das barreiras \u00e0 entrada de novas empresas no mercado de g\u00e1s natural e fim das restri\u00e7\u00f5es \u00e0 figura do consumidor livre que imp\u00f5em barreiras \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de custos.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico lan\u00e7ado \u00e9 resultado de uma s\u00e9rie de an\u00e1lises e pesquisas que tiveram como partida a Lei n\u00ba 14.134 (conhecida como a Nova Lei do G\u00e1s), onde foram institu\u00eddas as normas para a explora\u00e7\u00e3o, transporte, importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural.<\/p>\n<p>Durante o evento, Alckmin ressaltou as a\u00e7\u00f5es do governo em andamento no \u00e2mbito da Nova Ind\u00fastria Brasil, dentro dos eixos de inova\u00e7\u00e3o, sustentabilidade, competitividade e exporta\u00e7\u00e3o. Citou&nbsp; programas como o Deprecia\u00e7\u00e3o Acelerada, que prev\u00ea a renova\u00e7\u00e3o do parque fabril; o Mover, para descarboniza\u00e7\u00e3o da frota automotiva; o Reiq, que oferece incentivo \u00e0 ind\u00fastria qu\u00edmica;&nbsp; e o Brasil mais Produtivo, que busca transformar digitalmente micro, pequenas e m\u00e9dias ind\u00fastrias.&nbsp; \u201cAgora, precisamos de competitividade nos insumos e um dos mais importantes \u00e9 o g\u00e1s natural\u201d, afirmou o ministro.<\/p>\n<p>Durante a cerim\u00f4nia, o MDIC tamb\u00e9m&nbsp; lan\u00e7ou, em parceria com o Minist\u00e9rio de Minas e Energia, MBC e FGV, um curso de capacita\u00e7\u00e3o para entes reguladores federais e estaduais, com o objetivo de harmonizar as regula\u00e7\u00f5es existentes. Al\u00e9m disso, foi anunciada a cria\u00e7\u00e3o de um observat\u00f3rio do mercado de g\u00e1s natural, que ir\u00e1 acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do mercado e avaliar ao longo dos pr\u00f3ximos anos a efetividade das atuais pol\u00edticas p\u00fablicas. A ferramenta deve ser entregue em junho deste ano.<\/p>\n<p>Rog\u00e9rio Caiuby, conselheiro executivo do MBC, ressaltou a import\u00e2ncia do estudo para o setor. &nbsp;\u201cUm dos principais ofensores do Custo Brasil \u00e9 o pilar da energia, e dentro de energia tem o desafio e a oportunidade na ind\u00fastria do g\u00e1s\u201d, avaliou Caiuby.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do diagn\u00f3stico, do curso para reguladores e do observat\u00f3rio, o MBC ir\u00e1 realizar, fruto de um Acordo de Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica (ACT) com o MDIC, mesas de debate entre os setores p\u00fablico e privado. \u201cPara trazer alternativas, iniciativas de como que a gente consegue minimizar ou eliminar algum dos gargalos apresentados pelo observat\u00f3rio\u201d, finalizou Caiuby.<\/p>\n<p>Jo\u00edsa Dutra, diretora do Centro de Estudos de Regula\u00e7\u00e3o e Infraestrutura da FGV (FGV CERI), elogiou o fato de o governo ter abra\u00e7ado a causa de modo integrado e articulado com a iniciativa privada, possibilitando uma discuss\u00e3o conjunta sobre \u201ccomo fazer\u201d. Ela lembrou do potencial de amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do g\u00e1s na matriz energ\u00e9tica no momento de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.&nbsp;&nbsp; \u201cNo cen\u00e1rio de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, onde n\u00f3s temos uma expans\u00e3o limitada na capacidade de contarmos com a gera\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica, ou, pelo menos, com a capacidade de reserva\u00e7\u00e3o, temos outros recursos vari\u00e1veis. Ent\u00e3o o g\u00e1s, certamente, no setor el\u00e9trico tem um papel, e o g\u00e1s da ind\u00fastria tem um papel, e a prova disso que estamos aqui discutindo.\u201d<\/p>\n<p>A import\u00e2ncia do g\u00e1s natural para diversos setores da ind\u00fastria foi destaque na fala do presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria, Ricardo Alban.&nbsp;&nbsp; \u201cN\u00f3s temos que fazer de tudo para que o mercado de g\u00e1s possa ocupar o espa\u00e7o necess\u00e1rio nessa nova toada que \u00e9 o desenvolvimento econ\u00f4mico na base da ind\u00fastria, t\u00e3o fundamental para os setores t\u00e3o importantes na nossa economia, que s\u00e3o os setores de base, como o do a\u00e7o e do setor petroqu\u00edmico\u201d, ressaltou Alban.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"formfield-form-widgets-categoria\" class=\"field z3cformInlineValidation\"><strong>Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os 23\/4\/2024<\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat\u00f3rio do MDIC e do MBC, com condu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da FGV traz um panorama sobre o cen\u00e1rio atual do setor de g\u00e1s natural Com o objetivo de aumentar a competitividade do setor de g\u00e1s natural, dar mais robustez para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e trazer harmoniza\u00e7\u00e3o para as regula\u00e7\u00f5es estaduais, o vice-presidente e ministro [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":88210,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[133],"tags":[],"class_list":{"0":"post-88208","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/20230725_gasnatural.webp?fit=1200%2C630&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88208","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88208"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88208\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":88212,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88208\/revisions\/88212"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88210"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88208"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88208"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88208"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}