{"id":9388,"date":"2017-01-06T03:34:55","date_gmt":"2017-01-06T06:34:55","guid":{"rendered":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/?p=9388"},"modified":"2017-01-06T03:34:55","modified_gmt":"2017-01-06T06:34:55","slug":"servidora-da-ufg-que-recebeu-adicional-indevido-tera-que-devolver-r-75-mil-ao-erario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/asmetro.org.br\/portalsn\/2017\/01\/06\/servidora-da-ufg-que-recebeu-adicional-indevido-tera-que-devolver-r-75-mil-ao-erario\/","title":{"rendered":"Servidora da UFG que recebeu adicional indevido ter\u00e1 que devolver R$ 75 mil ao er\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>O servidor que receber pagamentos indevidos da administra\u00e7\u00e3o deve ressarcir os valores aos cofres p\u00fablicos. Foi o que a Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) demonstrou no caso de uma servidora aposentada da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG) que impetrou mandado de seguran\u00e7a contra a institui\u00e7\u00e3o de ensino para n\u00e3o precisar devolver R$ 75 mil referente a abono perman\u00eancia recebido indevidamente.<\/p>\n<p>Os procuradores federais que atuaram no caso esclareceram que o abono vinha sendo pago de forma irregular por causa de averba\u00e7\u00e3o indevida de parte do tempo de servi\u00e7o da servidora, que j\u00e1 havia contabilizado o per\u00edodo para obter outra aposentadoria.<\/p>\n<p>De acordo com as unidades da AGU, a devolu\u00e7\u00e3o da quantia decorre do princ\u00edpio da indisponibilidade dos bens p\u00fablicos \u2013 que obriga a administra\u00e7\u00e3o a adotar as medidas necess\u00e1rias para garantir a reposi\u00e7\u00e3o ao er\u00e1rio \u2013, bem como dos princ\u00edpios da legalidade e da autotutela \u2013 que permite \u00e0 administra\u00e7\u00e3o corrigir seus pr\u00f3prios atos quando identificar irregularidades.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi destacado que a institui\u00e7\u00e3o de ensino notificou a servidora sobre o equ\u00edvoco e deu a ela a oportunidade de apresentar defesa, preservando, assim, o direito ao contradit\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Decis\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A 6\u00aa Vara Federal de Goi\u00e1s acolheu os argumentos das procuradorias e denegou a seguran\u00e7a pleiteada pela servidora. A decis\u00e3o reconheceu que, uma vez constatado pagamento irregular, a administra\u00e7\u00e3o deve \u201cde imediato adotar as medidas cab\u00edveis para cessa\u00e7\u00e3o deste, bem como efetuar medidas para o ressarcimento dos valores indevidamente pagos\u201d. O juiz respons\u00e1vel pela an\u00e1lise do caso tamb\u00e9m assinalou que \u201ca autotutela administrativa prescinde de determina\u00e7\u00e3o judicial e o ressarcimento de valores dela decorrentes n\u00e3o importa em viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio da irredutibilidade de vencimento\u201d.<\/p>\n<p>Atuaram no caso a Procuradoria Federal no Estado de Goi\u00e1s (PF\/GO) e a Procuradoria Federal junto \u00e0 Universidade Federal de Goi\u00e1s (PF\/UFG). Ambas s\u00e3o unidades da Procuradoria-Geral Federal, \u00f3rg\u00e3o da AGU.<\/p>\n<p>Ref.: Mandado de Seguran\u00e7a n\u00ba 7659-46.2015.4.01.3500 \u2013 6\u00aa Vara Federal de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>AGU 06\/01\/2017<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O servidor que receber pagamentos indevidos da administra\u00e7\u00e3o deve ressarcir os valores aos cofres p\u00fablicos. 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