O triste episódio envolvendo a morte do cachorro comunitário conhecido como Orelha na Praia Brava, em Florianópolis (SC), chocou leitores em todo o Brasil e mobilizou a comunidade local, protetores de animais e autoridades. O cão, que vivia na região e era cuidado espontaneamente por moradores há cerca de 10 anos, foi encontrado gravemente ferido após sofrer agressões, o que levou à necessidade de eutanásia.
A Polícia Civil de Santa Catarina identificou quatro adolescentes como suspeitos de envolvimento no crime, que está sendo investigado pela Delegacia de Proteção Animal. As diligências, acompanhadas pelo Ministério Público do Estado (MP/SC), avançam para esclarecer as circunstâncias e responsabilizar, na esfera legal, os envolvidos, bem como ouvir os pais dos menores.
Esse caso ultrapassa o impacto imediato da violência contra um animal querido pela comunidade. Ele nos leva a perguntar por quê — por que jovens participam de atos tão cruéis? Que fatores sociais, educacionais e familiares contribuem para a normalização da agressividade e da falta de empatia? Onde estão a educação, os valores de respeito e responsabilidade que deveriam ser ensinados desde cedo?
A proteção dos animais é mais do que um ato de amor: é um indicador de sensibilidade social e de respeito à vida em todas as suas formas. Maus-tratos a animais não só ferem seres vulneráveis, como muitas vezes são sinais de um contexto mais amplo de fragilização de vínculos e de falhas na formação ética de crianças e adolescentes.
Os Protetores do Inmetro reforçam seu compromisso com a defesa da vida, da empatia e do respeito. Acompanhamos com atenção casos como o de Orelha não apenas para exigir justiça e responsabilização, mas também para contribuir com uma cultura que promova o cuidado, a educação afetiva e a conscientização sobre a convivência harmoniosa entre seres humanos e animais.
Que este episódio nos motive a fortalecer ações educativas, estimular o diálogo entre famílias, escolas e comunidades, e lembrar que proteger os indefesos é um compromisso de todos.
Protetores do Inmetro – 26/1/2026 com informações da página da internet “Detalhes da investigação da morte do cão Orelha são revelados pelo Ministério Público em Florianópolis” NSC Total
Como você pode ajudar os Protetores do Inmetro
- Doações de itens essenciais: Medicamentos, caixas de transporte, coleiras, guias, potes e outros materiais são sempre necessários.
- Participação nos bazares e rifas: Esses eventos são uma importante fonte de arrecadação para a continuidade das ações do grupo.
- Contribuições financeiras: Faça um PIX para [email protected]e ajude diretamente nos cuidados dos animais.
- Voluntariado: Junte-se a essa causa! Entre em contato pelo WhatsApp (21) 98382-7555 ou procure a Secretaria da ASMETRO-SI para saber mais.
Cada contribuição, por menor que pareça, faz uma enorme diferença na vida de cada animal que protegemos. Juntos, mostramos que proteger é um ato de amor, responsabilidade e resistência.
Além disso, você pode acessar as histórias e conquistas dos Protetores no site oficial do ASMETRO-SI: asmetro.org.br/portalsn/category/protetores-de-animais/













