O Dragão e o Canário – O investimento direto estrangeiro em voos opostos.

0
580

A partir dos anos 1990, a hegemonia do pensamento liberal passa a ser vigente nas economias capitalistas. O Estado interventor cede espaço ao modelo onde o mercado é o principal indutor do sistema econômico. Países adotam medidas liberalizantes em busca de maior abertura comercial e financeira, dentre as quais, atrair o Investimento Direto Estrangeiro (IDE). Brasil e China passam estar entre os maiores receptores desse aporte de capital. Por meio desse, acreditava-se que aconteceria um “choque” de competitividade a essas economias no âmbito micro e macroeconômico. Todavia, viu-se que as direções que assumem esses fluxos de investimentos num país depende do tipo de reforma que esse implementou para recebê-los, como foi realizado o processo de abertura econômica e como essa se fez continuar. Passado três décadas, o resultado entre ambos os países foi bem diferente. Deu-se em voos opostos!

O livro pode ser encontrado nas livrarias CULTURA ou SARAIVA:

https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-internacional/ensaios/o-dragao-e-o-canario-o-investimento-direto-estrangeiro-em-voos-opostos-2000215717

https://www.saraiva.com.br/o-dragao-e-o-canario-o-investimento-direto-estrangeiro-em-voos-opostos-10290037.html

ASMETRO-SN 30/08/2018

Nota: O presente livro não traduz a opinião do ASMETRO-SN. Sua publicação tem o propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Por favor, insira seu comentário!
Por favor, digite seu nome!

Moderação de comentário está ativada. Seu comentário pode demorar algum tempo para aparecer.