Reforma Tributária vem depois da Reforma Administrativa

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O presidente Jair Bolsonaro diz que, passada a reforma administrativa no Congresso, a reforma tributária é outra a ser debatida. A declaração, contudo, vai precisar ser combinada com o Congresso. Em dezembro, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre(DEM-AP), da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-AP), e os ministros da Fazenda, Paulo Guedes, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, fecharam um cronograma para votar primeiro a reforma tributária. 

Em dezembro, Alcolumbre instalou a comissão mista que discutirá a unificação das Propostas de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, em tramitação na Câmara, e 110/2019, em discussão no Senado. A primeira reunião do colegiado, por sinal, está prevista para ocorrer nesta terça-feira (7/1). Conforme o Correio mostrou na série “Bolsonaro Ano 01”, interlocutores governistas bancam que o acordo é se debruçar primeiro sobre a reforma tributária. 
 
O presidente, no entanto, diz que conversa com Alcolumbre e Maia, mas evitou cravar se a declaração sobre a reforma tributária ser conduzida depois da administrativa foi alinhada com os dois. “Sempre converso com eles. (Mas) eu não vou provocar uma crise”, declarou, nesta segunda-feira (6/1), na saída do Palácio da Alvorada. Ao defender a importância da pauta, ele usou exemplos de materiais de pesca.
Para Bolsonaro, é importante discutir a redução de

impostos de importação no país. “Qual o país da América do Sul que mais importa material de pesca? Qual o país que mais importa material de pesca? Paraguai. Acho que o Paraguai não tem mar, né, eu acho. Qual o país que mais consome material de pesca? O Brasil. Por quê? Imposto de importação. Já pedi estudos, vou cobrar do (José) Tostes de novo, que é o chefe da Receita (Federal). Temos que diminuir imposto de importação”, destacou. 

Crédito: Rodolfo Costa/Correio Braziliense – disponível na internet 07/01/2020

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