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Mapa da COVID-19 no Brasil

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Mapa de Risco da Covid-19: Rio tem redução de 13% no número de óbitos

Brasil tem 33,71% (71,9 milhões) da população com a imunização completa contra o coronavírus e 64,45% imunizados com uma dose (137.488.532)

Desabastecimento de vacina da AstraZeneca suspende aplicação em cidades de 5 estados

Mapa de Risco da Covid-19: Rio tem redução de 13% no número de óbitos

O estado do Rio teve uma redução de 27% nas internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e queda de 13% no número de óbitos provocados pela doença, de acordo com a 47ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgada nesta sexta-feira (10) pela Secretaria de Estado de Saúde. 
 
Com todos os indicadores em queda, o Rio permanece, pela segunda semana consecutiva, em bandeira amarela, que representa risco baixo de transmissão.
 
As taxas de ocupação de leitos no estado também tiveram redução. A taxa da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está em 65% e a de enfermaria em 43%. A Região Metropolitana l, onde está concentrada a maior parte da população e das unidades de saúde da rede do Sistema Único de Saúde (SUS), retornou à bandeira laranja, de risco moderado, após cinco edições do levantamento.
 
Das nove regiões do estado, cinco estão em bandeira amarela, sendo elas Metropolitana II, Norte, Baixada Litorânea, Centro-Sul e Médio Paraíba. Outras quatro estão na classificação laranja, que são Metropolitana l, Serrana, Noroeste e Baía da Ilha Grande. A análise compara as semanas epidemiológicas 34, de 22 agosto a 28 de agosto, e 32, de 8 agosto a 14 de agosto de 2021.
 
“Nós creditamos este resultado positivo a, principalmente, dois fatores. O primeiro é o avanço da vacinação. O estado do Rio de Janeiro tem mais de 80% de toda população com a primeira dose aplicada e 40% com o esquema vacinal completo. O outro ponto a ser considerado é o monitoramento da pandemia através de pesquisas, sequenciamentos e levantamentos, que fazemos rotineiramente. Os indicadores apontam evolução geral”, analisou o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.
 
Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa, de risco muito alto; vermelha, de risco alto; laranja, de risco moderado; amarela, de risco baixo; e verde, de risco muito baixo. Os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar a tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada localidade.
 

Crédito: O Dia – @internet 11/09/2021


Brasil tem 33,71% (71,9 milhões) da população com a imunização completa contra o coronavírus e 64,45% imunizados com uma dose (137.488.532)

Total de brasileiros que receberam as duas doses ou um imunizante de aplicação única chegou a mais de 71 milhões nesta sexta

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta sexta-feira, 10, a 137.488.532, o equivalente a 64,45% da população total.

Nas últimas 24 horas, 743,1 mil pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 137 milhões de vacinados, 71,9 milhões estão com a imunização completa contra o coronavírus, o que representa 33,71% da população total. Nas últimas 24 horas, 1,4 milhão de pessoas recebeu a segunda dose e outras 2,5 mil receberam um imunizante de aplicação única.

Crédito: O Estado de São Paulo – @intermet 11/09/2021


A aplicação da segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 foi suspensa em diversas cidades no Brasil devido à falta do imunizante, de acordo com um levantamento feito pelo G1 nesta sexta-feira (10). Há postos suspensos em 5 estados brasileiros: São Paulo, Rio Grande do Norte, Tocantins, Rondônia e Mato Grosso do Sul.

Na cidade de São Paulo, o desabastecimento já chega a quase 100% dos locais autorizados para a aplicação. A vacinação no Espírito Santo, em Minas Gerais e em Santa Catarina poderá ser interrompida na próxima semana, caso não haja novas remessas da AstraZeneca.

 

O motivo da falta de doses disponíveis está associado ao atraso na entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), componente utilizado para produzir a vacina, à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Devido a esse atraso, a fundação anunciou no dia 3 de setembro que ficaria duas semanas sem entregar novas remessas ao Ministério da Saúde. O composto é importado da China.

Estado de SP já tem 1,3 milhão de pessoas com a 2ª dose da AstraZeneca atrasada

Vacinação ameaçada

Veja como está a situação do desabastecimento da AstraZeneca por estado:

  • Rio Grande do Norte – No Rio Grande no Norte, a vacinação foi suspensa em Mossoró, segunda maior cidade do estado, nesta sexta-feira (10), devido a falta de doses.
  • Tocantins – A segunda dose da vacina AstraZeneca está em falta nas unidades de saúde de Palmas, Gurupi e Porto Nacional. As prefeituras confirmaram, nesta sexta-feira, que os imunizantes da Oxford estão indisponíveis.
  • Rondônia – Em Rondônia, a vacinação com o imunizante da AstraZeneca foi suspensa em Porto Velho devido à falta de estoque, informou a Secretaria Municipal da Saúde (Semusa).
  • São Paulo – Na cidade de São Paulo, a vacinação foi interrompida por conta da falta do imunizante nos postos de saúde. Ao todo, são mais de 200 mil pessoas com a segunda dose da vacina AstraZeneca em atraso. Nesta sexta-feira, quase 100% dos postos já não tinham mais nenhuma dose disponível para essa população.
  • Mato Grosso do Sul – Pelo menos 5 cidades de Mato Grosso do Sul estão sem estoque da vacina da AstraZeneca, segundo apuração da TV Morena.
  • Espírito Santo –De acordo com a Secretaria da Saúde do Espírito Santo (Sesa), até esta sexta-feira, todas as primeiras doses tiveram as segundas doses correspondentes enviadas aos municípios. No entanto, a partir da próxima semana o estado dependerá das remessas do Ministério da Saúde (…). Se houver descontinuidade de distribuição, o estado terá dificuldades em finalizar o esquema vacinal contra Covid”.
  • Minas Gerais –Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) informou que, até o momento, não recebeu, por parte do Ministério da Saúde, documento informando sobre falta da vacina AstraZeneca para a segunda dose (D2).
  • Santa Catarina – A prefeitura de Florianópolis informou que ainda não está sofrendo com a falta de insumos para a aplicação da segunda dose de AstraZeneca, mas afirma que não tem volume suficiente para a aplicação de novas primeiras doses.

Crédito: Portal do G1 – @internet 11/09/2021

 

 

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